Na última quinta-feira o prefeito eleito do Paulista, esteve presente em um dos eventos sociais mais importantes da cidade. A entrega da comenda ou prêmio Medalha Torres Galvão as personalidades que mais se destacaram no ano de 2012 nas seguintes áreas: assistência social, educação, saúde, cultura, empreendedorismo , direitos humanos, mulher e meio ambiente. Com uma agenda social repleta de eventos neste final de ano o prefeito eleito não vê a hora de estrear à frente da administração do município em 2013. A comenda medalha Torres Galvão foi criada através de um projeto resolução do então vereador Augusto Costa. Veja a foto acima o prefeito Júnior Matuto entregando o prêmio a uma das homenageadas do evento. Alarcon.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Dilma reage a crítica da revista ‘Economist’ à economia brasileira
Por Danilo Macedo e Renata Giraldi*
A presidenta Dilma Rousseff. Foto: Dida Sampaio/AE
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff rebateu nesta sexta-feira 7 o artigo da revista britânica The Economist, que sugere a demissão da equipe econômica brasileira, sob comando do ministro da Fazenda, Guido Mantega. A mandatária afirmou que não se deixará influenciar pela opinião de uma revista estrangeira e destacou que a situação nos países desenvolvidos é mais grave que a do Brasil.
"Em hipótese alguma, o governo brasileiro, eleito pelo voto direto e secreto do povo brasileiro, vai ser influenciado pela opinião de uma revista que não seja brasileira", disse antes do almoço oferecido aos participantes da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, no Itamaraty.
Segundo Dilma, o País cresceu 0,6% no último trimestre e crescerá mais no próximo, o que não motiva a recomendação da revista. "Não vi, diante dessa crise gravíssima pela qual o mundo passa, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos, quebra de bancos, quebradeiras, nenhum jornal propor a queda de um ministro."
Leia mais:
Pimentel rebate sugestão de demissão de Mantega
Ao ser perguntada se a situação dos demais países era pior que a do Brasil, a presidenta foi enfática. "Vocês não sabem que a situação deles é pior que a nossa? Pelo amor de Deus!", disse ela. "Nenhum banco, como o Lehman Brothers, quebrou aqui. Nós não temos crise de dívida soberana, a nossa relação dívida/PIB é de 35%, a nossa inflação está sobre controle, nós temos 378 bilhões de dólares de reserva."
A presidenta reafirmou que é favorável à liberdade de imprensa, apesar de divergir do conteúdo publicado em alguns veículos. A reação de Dilma à publicação britânica ocorre em meio a discussões sobre regulação dos meios de imprensa na Argentina e no Equador, países cujos presidentes, Cristina Kirchner e Rafael Correa, respectivamente, estavam presentes nas reuniões de hoje.
"Eu sou a favor da liberdade de imprensa. Não tenho nenhum ‘senão’ sobre o direito de qualquer revista ou jornal dizer o que quiser", ressaltou a presidenta. Para ela, a reação da revista britânica pode ter sido motivada pela queda dos juros no Brasil.
"[Será que] tudo isso se dá porque os juros caíram no Brasil? Os juros não podiam cair aqui? Aqui tinha que ser o único, como dizia um economista antigo nosso [Delfim Netto], ou o último peru de Ação de Graças?", acrescentou a presidenta, referindo-se à hipótese de o Brasil só ter condições de baixar os juros quando todos os países da região já tivessem feito.
*Publicado originalmente em Agência Brasil.
A presidenta Dilma Rousseff. Foto: Dida Sampaio/AE
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff rebateu nesta sexta-feira 7 o artigo da revista britânica The Economist, que sugere a demissão da equipe econômica brasileira, sob comando do ministro da Fazenda, Guido Mantega. A mandatária afirmou que não se deixará influenciar pela opinião de uma revista estrangeira e destacou que a situação nos países desenvolvidos é mais grave que a do Brasil.
"Em hipótese alguma, o governo brasileiro, eleito pelo voto direto e secreto do povo brasileiro, vai ser influenciado pela opinião de uma revista que não seja brasileira", disse antes do almoço oferecido aos participantes da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, no Itamaraty.
Segundo Dilma, o País cresceu 0,6% no último trimestre e crescerá mais no próximo, o que não motiva a recomendação da revista. "Não vi, diante dessa crise gravíssima pela qual o mundo passa, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos, quebra de bancos, quebradeiras, nenhum jornal propor a queda de um ministro."
Leia mais:
Pimentel rebate sugestão de demissão de Mantega
Ao ser perguntada se a situação dos demais países era pior que a do Brasil, a presidenta foi enfática. "Vocês não sabem que a situação deles é pior que a nossa? Pelo amor de Deus!", disse ela. "Nenhum banco, como o Lehman Brothers, quebrou aqui. Nós não temos crise de dívida soberana, a nossa relação dívida/PIB é de 35%, a nossa inflação está sobre controle, nós temos 378 bilhões de dólares de reserva."
A presidenta reafirmou que é favorável à liberdade de imprensa, apesar de divergir do conteúdo publicado em alguns veículos. A reação de Dilma à publicação britânica ocorre em meio a discussões sobre regulação dos meios de imprensa na Argentina e no Equador, países cujos presidentes, Cristina Kirchner e Rafael Correa, respectivamente, estavam presentes nas reuniões de hoje.
"Eu sou a favor da liberdade de imprensa. Não tenho nenhum ‘senão’ sobre o direito de qualquer revista ou jornal dizer o que quiser", ressaltou a presidenta. Para ela, a reação da revista britânica pode ter sido motivada pela queda dos juros no Brasil.
"[Será que] tudo isso se dá porque os juros caíram no Brasil? Os juros não podiam cair aqui? Aqui tinha que ser o único, como dizia um economista antigo nosso [Delfim Netto], ou o último peru de Ação de Graças?", acrescentou a presidenta, referindo-se à hipótese de o Brasil só ter condições de baixar os juros quando todos os países da região já tivessem feito.
*Publicado originalmente em Agência Brasil.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Música de Donna Summer é incluída na Biblioteca do Congresso dos EUA . I FEEL LOVE.
Canção de Donna Summer será preservada permanentemente na Biblioteca do Congresso
Ouça "I Feel Love" e outros sucessos de Donna Summer
"A herança musical da América é uma parte importante da história e cultura da nação, e a seleção deste ano reflete a diversidade e criatividade da experiência americana", disse James Billington, bibliotecário do Congresso, após o anuncio da seleção.
A escolha da canção "I Fell Love" foi feita semanas antes da
morte de Donna Summer, disse o curador da biblioteca de gravações musicais, Matt Barton. "A primeira vez em que você ouve 'I Feel Love', é como ‘Uau, isso é bem diferente’", falou.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Dilma sinaliza que vai bancar redução de 20% na conta de luz
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA
Atualizado às 12h53.
A presidente Dilma Rosseff atacou na manhã desta quarta-feira (5) a "falta de sensibilidade" dos governos tucanos e sinalizou que está disposta a bancar a redução de 20,2% da tarifa de energia.
Conta de luz para as residências pode cair só 10% em vez de 16,2%
Planalto vai atribuir fracasso da redução no preço aos governos tucanos
Térmicas podem diminuir até três pontos percentuais da queda na conta de luz
"Reduzir o preço da energia é uma decisão da qual o governo federal não recuará apesar de lamentar a imensa falta de sensibilidade daqueles que não percebem a importância disso", disse a presidente a uma plateia repleta de empresários, durante discurso no Encontro Nacional de Indústrias, em Brasília. "Somos a favor da redução de custos e faremos isso".
Tanto a Cemig quanto a Cesp, companhias energética de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente, se recusaram a renovar a concessão de todas as suas geradoras. Ambos os Estados são governados pelo PSDB.
Sem a adesão das elétricas para atingir a meta estipulada por Dilma, a queda da conta de luz nas residências será de aproximadamente 10%.
O ataque aos tucanos foi velado. Sem citar nomes, Dilma disse que vai fazer "aquilo que os outros não tiveram sensibilidade de fazer". A presidente, contudo, não explicou como vai custear sozinha a redução das tarifas de energia.
Comparou a importância da decisão à redução da taxa de juros, de câmbio e ao respeito a contratos. "Reitero meu compromisso de a partir de 2013 buscar esforço para reduzir a tarifa de energia", anunciou.
RESIDÊNCIAS
Ontem, a Cemig se recusou a renovar as concessões de suas geradoras, em troca do que teria que baixar o preço da energia.
Anteontem, a Cesp também havia deixado três usinas de fora. Juntas, elas representam mais de um quarto da energia que poderia ser barateada, o que torna impossível ao governo chegar aos 20,2% de redução na média previstos, a não ser com novas medidas.
Pelos cálculos do próprio governo, a queda agora será de 16,7%. No caso das residências, porém, o alívio será ainda menor, por causa da necessidade de ligar usinas térmicas, cujo custo é até cinco vezes maior que o das hidrelétricas.
Inicialmente previsto em 16%, o corte na conta de eletricidade para residências pode cair para perto de 10%.
PORTOS E AEROPORTOS
Em clima de balanço de fim de ano, a presidente antecipou ainda medidas que pretende anunciar ainda este mês. Nesta quinta-feira, o governo federal apresenta o pacote de medidas para portos.
"Amanha vamos apresentar à sociedade um conjunto de ações e de investimentos e novas regras regulatórias. Essas regras significam buscar maior produção de cargas, menores custos, mais eficiência", afirmou a presidente.
Ela disse ainda que, até final deste mês, o governo federal apresenta um plano para aeroportos regionais e novas concessões aeroportuárias para aeroportos centrais, como Galeão e Confins. (Fonte uol)
DE BRASÍLIA
Atualizado às 12h53.
A presidente Dilma Rosseff atacou na manhã desta quarta-feira (5) a "falta de sensibilidade" dos governos tucanos e sinalizou que está disposta a bancar a redução de 20,2% da tarifa de energia.
Conta de luz para as residências pode cair só 10% em vez de 16,2%
Planalto vai atribuir fracasso da redução no preço aos governos tucanos
Térmicas podem diminuir até três pontos percentuais da queda na conta de luz
"Reduzir o preço da energia é uma decisão da qual o governo federal não recuará apesar de lamentar a imensa falta de sensibilidade daqueles que não percebem a importância disso", disse a presidente a uma plateia repleta de empresários, durante discurso no Encontro Nacional de Indústrias, em Brasília. "Somos a favor da redução de custos e faremos isso".
Tanto a Cemig quanto a Cesp, companhias energética de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente, se recusaram a renovar a concessão de todas as suas geradoras. Ambos os Estados são governados pelo PSDB.
Sem a adesão das elétricas para atingir a meta estipulada por Dilma, a queda da conta de luz nas residências será de aproximadamente 10%.
O ataque aos tucanos foi velado. Sem citar nomes, Dilma disse que vai fazer "aquilo que os outros não tiveram sensibilidade de fazer". A presidente, contudo, não explicou como vai custear sozinha a redução das tarifas de energia.
Comparou a importância da decisão à redução da taxa de juros, de câmbio e ao respeito a contratos. "Reitero meu compromisso de a partir de 2013 buscar esforço para reduzir a tarifa de energia", anunciou.
RESIDÊNCIAS
Ontem, a Cemig se recusou a renovar as concessões de suas geradoras, em troca do que teria que baixar o preço da energia.
Anteontem, a Cesp também havia deixado três usinas de fora. Juntas, elas representam mais de um quarto da energia que poderia ser barateada, o que torna impossível ao governo chegar aos 20,2% de redução na média previstos, a não ser com novas medidas.
Pelos cálculos do próprio governo, a queda agora será de 16,7%. No caso das residências, porém, o alívio será ainda menor, por causa da necessidade de ligar usinas térmicas, cujo custo é até cinco vezes maior que o das hidrelétricas.
Inicialmente previsto em 16%, o corte na conta de eletricidade para residências pode cair para perto de 10%.
PORTOS E AEROPORTOS
Em clima de balanço de fim de ano, a presidente antecipou ainda medidas que pretende anunciar ainda este mês. Nesta quinta-feira, o governo federal apresenta o pacote de medidas para portos.
"Amanha vamos apresentar à sociedade um conjunto de ações e de investimentos e novas regras regulatórias. Essas regras significam buscar maior produção de cargas, menores custos, mais eficiência", afirmou a presidente.
Ela disse ainda que, até final deste mês, o governo federal apresenta um plano para aeroportos regionais e novas concessões aeroportuárias para aeroportos centrais, como Galeão e Confins. (Fonte uol)
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Portões para show de Madonna são abertos em SP
4.dez.2012 - Madonna passa o som na tarde desta
terça-feira, no estádio Morumbi, em São Paulo
Os
portões para o show de Madonna no estádio Morumbi, em São Paulo, foram abertos
às 15h30 desta terça-feira (4) com entrada tranquila dos fãs. A cantora, que se
apresenta nesta noite no local, saiu do hotel onde está hospedada por volta das
16h45 rumo ao estádio.
No
Morumbi, Madonna subiu ao palco por volta das 17h20 para passagem de som frente
aos fãs. Ela cantou "Girl Gone Wild", "Revolver" e um
trecho de "Hang Up", enquanto o público gritava "periguete, periguete", em
referência ao show do Rio de Janeiro (lá, ela apareceu com a
palavra escrita nas costas). Antes de sair de cena, a rainha do pop ainda ensaiou
com bastões a coreografia de "Express Yourself", junto com o filho
Rocco, cantou "Give Me All Your Love" e, por duas vezes, tentou
passar "Vogue", mas deparou-se com problemas técnicos.
Antes
disso, o trio basco Kalakan, que a acompanha no show, fez testes com "I
Don't Give A", e a backing vocal passou "Love Spent" junto com
um pianista. No palco, o guitarrista Monte Pittman dedilhou algumas notas de
"Holiday", canção que está fora do repertório.
O
evento está marcado para as 20h, mas antes de Madonna sobe ao palco o DJ
brasileiro Felguk para aquecer o público --ele substitui o DJ e produtor Will.i.am,
do Black Eyed Peas, que cancelou sua participação de última hora.
Foto 20 de 24 - 4.dez.2012 - Madonna deixa o hotel
onde está hospedada em São Paulo para a passagem de som no estádio Morumbi,
onde se apresenta na noite desta terça-feira com o primeiro show da turnê
"MDNA" na capital paulista. Seis batedores da Polícia Militar e
outros carros com integrantes da equipe acompanham o carro de Madonna Natália
Guaratto/UOL
A espera dos fãs
Em São Paulo, a cantora não atraiu muitos interessados ao hotel onde está hospedada. Na manhã desta terça, apenas dois fãs marcaram presença em frente ao local: os estudantes Alan Góes, de 19 anos, José Antonio, 20. Eles ganharam uma promoção e saíram de Aracaju (SE), cidade natal, para assistir ao show na capital paulista.
Em São Paulo, a cantora não atraiu muitos interessados ao hotel onde está hospedada. Na manhã desta terça, apenas dois fãs marcaram presença em frente ao local: os estudantes Alan Góes, de 19 anos, José Antonio, 20. Eles ganharam uma promoção e saíram de Aracaju (SE), cidade natal, para assistir ao show na capital paulista.
A
fila em frente ao Morumbi, no entanto, estava movimentada pelos fãs que
acampados há meses em frente ao portão de entrada. Éder Oliveira, por exemplo, era o número 1 e guardava lugar desde
o dia 20 de outubro. Ele já gastou mais de R$ 5 mil em ingressos para
os setores mais caros dos quatro shows que a cantora fará no Brasil, além de
comida, transporte e hospedagem no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.
Madonna
chegou ao Brasil na sexta-feira no aeroporto internacional do Rio de Janeiro,
em uma área exclusiva para jatinhos particulares. No domingo, ela se apresentou
para 67 mil pessoas. Além do show desta noite em São Paulo, Madonna repete na quarta-feira
a apresentação na capital paulista, e depois segue para Porto Alegre, onde
encerra no dia 9, no Estádio Olímpico, a turnê brasileira de "MDNA".
*Com reportagem de James Cimino e Natália Guaratto
"MDNA TOUR"
SÃO PAULO
Quando: 4 e 5 de dezembro, às 20h
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, Morumbi
Quanto: R$ 170 (Arquibancada Laranja, inteira), R$ 85 (Arquibancada Laranja, meia), R$ 280 (Arquibancada Azul, inteira), R$140 (Arquibancada Azul, meia), R$ 280 (Arquibancada Vermelha, inteira), R$ 140 (Arquibancada Vermelha, meia), R$ 300 (Arquibancada Especial, inteira), R$150 (Arquibancada Especial, meia), R$ 360 (Pista, inteira), R$180 (Pista, meia), R$ 460 (Inferior A ou B, inteira), R$ 230 (Inferior A ou B, meia), R$ 500 (Superior 1, 2, 3 ou 4, inteira), R$ 250 (Superior 1, 2, 3 ou 4, meia), R$ 850 (Pista Premium, inteira) e R$ 425 (Pista Premium, meia)
Pontos de venda:
- Pela internet: www.ticketsforfun.com.br
- Nos pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency_inic.aspx
- Call center: 4003 5588
- Bilheteria Credicard Hall: diariamente, das 12h às 20h. Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro.
Classificação: 14 anos; 12 e 13 anos acompanhados pelos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 70 mil lugares
Duração: 2h aproximadamente
Quando: 4 e 5 de dezembro, às 20h
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, Morumbi
Quanto: R$ 170 (Arquibancada Laranja, inteira), R$ 85 (Arquibancada Laranja, meia), R$ 280 (Arquibancada Azul, inteira), R$140 (Arquibancada Azul, meia), R$ 280 (Arquibancada Vermelha, inteira), R$ 140 (Arquibancada Vermelha, meia), R$ 300 (Arquibancada Especial, inteira), R$150 (Arquibancada Especial, meia), R$ 360 (Pista, inteira), R$180 (Pista, meia), R$ 460 (Inferior A ou B, inteira), R$ 230 (Inferior A ou B, meia), R$ 500 (Superior 1, 2, 3 ou 4, inteira), R$ 250 (Superior 1, 2, 3 ou 4, meia), R$ 850 (Pista Premium, inteira) e R$ 425 (Pista Premium, meia)
Pontos de venda:
- Pela internet: www.ticketsforfun.com.br
- Nos pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency_inic.aspx
- Call center: 4003 5588
- Bilheteria Credicard Hall: diariamente, das 12h às 20h. Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro.
Classificação: 14 anos; 12 e 13 anos acompanhados pelos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 70 mil lugares
Duração: 2h aproximadamente
PORTO ALEGRE
Quando: 9 de dezembro, às 19h30
Onde: Estádio Olímpico - Largo Patrono Fernando Kroeff, 1, Bairro Azenha
Quanto: R$ 120 (Arquibancada Lateral), R$ 300 (Arquibancada), R$ 360 (Pista), R$ 550 (Cadeira Superior) e R$ 800 (Pista Premium)
Pontos de venda:
- Pela internet: www.ticketsforfun.com.br
- Nos pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency_inic.aspx
- Call center: 4003 5588
- Bilheteria Multisom: Rua dos Andradas, 1001, centro, (51) 3931 5381
Classificação: 14 anos; 12 e 13 anos acompanhados pelos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 43 mil lugares
Duração: 2h aproximadamente ( Fonte uol)
Quando: 9 de dezembro, às 19h30
Onde: Estádio Olímpico - Largo Patrono Fernando Kroeff, 1, Bairro Azenha
Quanto: R$ 120 (Arquibancada Lateral), R$ 300 (Arquibancada), R$ 360 (Pista), R$ 550 (Cadeira Superior) e R$ 800 (Pista Premium)
Pontos de venda:
- Pela internet: www.ticketsforfun.com.br
- Nos pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency_inic.aspx
- Call center: 4003 5588
- Bilheteria Multisom: Rua dos Andradas, 1001, centro, (51) 3931 5381
Classificação: 14 anos; 12 e 13 anos acompanhados pelos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 43 mil lugares
Duração: 2h aproximadamente ( Fonte uol)
domingo, 2 de dezembro de 2012
As belas produções artisticas de Jimmy Torre.
Jimmy Torre é um grande artísta plástico que tem contribuido bastante para que a arte de Donna Summer não seja esquecida. Para isso deste que Donna Summer se foi, que Jimmy não para de trabalhar duro com estas belas fotos super trabalhadas e coloridas. Ele é um grande artista determinado a seguir divulgando o legado deixado pela eterna Summer. Valeu Jimmy!!!! Alarcon.
" Temos um Estado", diz Mahmoud Abbas ao chegar na Cisjordânia
"Agora temos um Estado", disse Mahmoud Abbas, presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), em discurso aos palestinos ao chegar em Ramallah, na Cisjordânia, sede do governo da ANP, neste domingo (2). "A Palestina conseguiu algo histórico nas Nações Unidas. A mensagem foi clara. Não estamos sós. O mundo está conosco, e Deus todo-poderoso também", acrescentou.
Abas foi recebido com um tapete vermelho na entrada para o Muqataa, sede do governo palestino. Milhares de palestinos recebem o presidente Mahmoud Abbas em sua chegada de Nova York, onde na quinta-feira obteve o reconhecimento da Palestina como Estado observador da ONU.
O líder palestino foi recebido em um ambiente de festa e com centenas de bandeiras palestinas, em uma praça repleta de militantes de todas as facções, muitos deles com cartazes com sua imagem e a do falecido presidente Yasser Arafat.
Tensão entre palestinos e israelense
A Palestina obteve na quinta-feira o status de Estado não membro da ONU, em uma decisão que contou com o apoio de 138 Estados, apesar da oposição dos Estados Unidos e de Israel, que respondeu anunciando o projeto de construir 3.000 novas casas nos assentamentos da Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
Em seu discurso, Abbas também defendeu reiniciar o processo de reconciliação entre os palestinos, em referência a uma possível reconciliação entre o Hamas e o partido Fatah, de Abbas. "Já nos próximos dias vamos examinar as medidas necessárias para conseguir essa reconciliação entre as tendências palestinas", disse.
Israel rejeita reconhecimento da Palestina
O Conselho de Ministros de Israel, presidido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, adotou neste domingo (2) uma resolução oficial de rejeição ao reconhecimento da Palestina pela ONU como Estado observador.
"Rejeitamos a resolução 67/191 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 29 de novembro de 2012", diz o artigo 1º do texto aprovado de forma unânime pelos ministros do governo israelense.
Na primeira reunião desde que a Assembleia Geral concedeu o status de Estado não membro à Palestina em uma histórica votação na quinta-feira, os ministros israelenses defenderam "o direito natural, histórico e legal do povo judeu a sua terra e a sua capital eterna, Jerusalém".
"O Estado de Israel, como Estado do povo judeu, tem o direito de reivindicar os territórios em disputa na Terra de Israel", acrescenta o texto.
Os ministros israelenses resolveram rejeitar tanto o conteúdo geral da resolução internacional como suas possíveis consequências legais e políticas, entre elas a de que possa servir de marco para futuras negociações de paz.
A ONU reconheceu ao povo palestino o direito à autodeterminação e à independência "nas fronteiras de 1967", uma formulação que o governo de Netanyahu considerou inválida.
"A resolução da Assembleia (...) não concede nenhum direito (aos palestinos) na Terra de Israel, nem os tira do Estado de Israel e do povo judeu", diz o ponto 3.
Em seu habitual pronunciamento ao inaugurar a sessão semanal do governo, Netanyahu insistiu nas ideias que apresentou na última semana - de que os palestinos cometeram uma "flagrante violação" dos Acordos de Oslo ao comparecerem à ONU na busca de reconhecimento, e afirmou que não será criado um Estado palestino "sem um acordo que garanta a segurança dos israelenses".
"Não será criado um Estado palestino até que Israel seja reconhecido como o Estado do povo judeu e (..) até que os palestinos não declarem o final do conflito (com Israel)", proclamou.
Na sexta-feira, em uma primeira reação à votação na ONU, Israel aprovou a construção de 3 mil novas casas em territórios ocupados desde 1967, e hoje Netanyahu declarou que Israel continuará construindo "em Jerusalém e em qualquer lugar que estiver dentro do mapa de interesse estratégico de Israel".
A declaração israelense, que tem a validade de qualquer outra decisão do governo, aconteceu enquanto milhares de palestinos esperavam em Ramala o presidente Mahmoud Abbas, que hoje voltou à região recebido pelo entusiasmo de seu povo. (Fonte uol)
sábado, 1 de dezembro de 2012
Em Nova York Liza Minelli participa de ato no Dia Mundial Contra a Aids.
( 1º de dezembrp Dia Mundial Contra a AIDS)
Liza Minelli é a cereja do bolo do evento que conscientiza os nova-iorquinos da importância da prevenção à Aids e do direito das vítimas da doença no mundo todo. Glamurama explica: todas as luzes do Washington Square Park, em Greenwich Village, vão se apagar e acender novamente na cerimônia que faz parte da Campanha Light for Rights, uma iniciativa organizada pela UNAIDS, amfAR, Broadway Cares/Equity Fights Aids e da Campanha Mundial contra a Aids.
A filha de Judy Garland – esta, lembrando, a maior musa da comunidade gay dos EUA – participa do ato que conta ainda com o coral Broadway Inspirational Voices. Em tempo: em todo o mundo a luta contra a Aids é lembrada no dia 1º de dezembro. Está em NY? O ato começou neste sábado, às 17h50 do horário local, ou às 20h30 do de Brasília. ( fonte uol)
Liza Minelli é a cereja do bolo do evento que conscientiza os nova-iorquinos da importância da prevenção à Aids e do direito das vítimas da doença no mundo todo. Glamurama explica: todas as luzes do Washington Square Park, em Greenwich Village, vão se apagar e acender novamente na cerimônia que faz parte da Campanha Light for Rights, uma iniciativa organizada pela UNAIDS, amfAR, Broadway Cares/Equity Fights Aids e da Campanha Mundial contra a Aids.
A filha de Judy Garland – esta, lembrando, a maior musa da comunidade gay dos EUA – participa do ato que conta ainda com o coral Broadway Inspirational Voices. Em tempo: em todo o mundo a luta contra a Aids é lembrada no dia 1º de dezembro. Está em NY? O ato começou neste sábado, às 17h50 do horário local, ou às 20h30 do de Brasília. ( fonte uol)
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Palestina caminha para virar Estado observador na ONU
O projeto de resolução, que tem assegurada a aprovação por maioria simples requerida pela ONU, pede à Assembleia Geral que conceda à Palestina o estatuto de "Estado observador não-membro" dentro da organização.
O texto também expressa "a esperança de que o Conselho de Segurança considere de maneira favorável†sua candidatura, apresentada em setembro de 2011 por Abbas, para que a Palestina seja membro de pleno direito.
O projeto de resolução também pede que sejam retomadas as negociações para alcançar uma “solução pacífica†e estabelecer um Estado palestino" vivendo em paz e em segurança ao lado de Israel com base nas fronteiras de antes de 1967".
"Vamos à ONU com total confiança em nossa ação", afirmou Abbas no domingo, em Ramallah (Cisjordânia) ante milhares de pessoas reunidas para apoiar a iniciativa.
Na tribuna da Assembleia Geral, em setembro, Abbas afirmou que queria "salvar a oportunidade de alcançar uma paz justa".
"Quando a Palestina obtiver o status de Estado não-membro, nenhum israelense poderá dizer que os territórios palestinos estão disputados", afirmou o negociador palestino Saeb Erakat. "A Palestina se converterá em um país ocupado", assegurou.
O status de Estado observador permitirá à Palestina fazer parte de muitas organizações e tratados internacionais como o Tribunal Penal Internacional (TPI) ou a Quarta Convenção de Genebra sobre a Proteção dos Direitos Civis.
--- Pressões dos EUA e Israel ---
A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, reafirmou nesta quarta-feira que o "único caminho para uma solução de dois Estados que contemple as aspirações do povo palestino passa por Jerusalém e Ramallah, e não por Nova York", onde está a sede das Nações Unidas.
"Sempre dissemos muito claramente aos líderes palestinos que rejeitamos seus esforços para elevar seu status na ONU fora do contexto" de negociações diretas com Israel, acrescentou a secretária de Estado.
Israel ameaça com represálias, como bloquear os impostos que o país arrecada em nome da Autoridade Palestina, reduzir o número de permissões de trabalho para os palestinos ou inclusive derrogar os acordos de paz de Oslo de 1993.
Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Ilana Stein, afirmou, no entanto, à AFP que a reação dependerá em boa parte de como for utilizado o novo estatuto.
"Se os palestinos utilizarem esta resolução como um instrumento de enfrentamento, atuaremos em conseqüência (...) Mas se não for o caso, não tomaremos medidas severas", assegurou a porta-voz.
O governo palestino indicou que na véspera, em um comunicado, sua rejeição categórica às ameaças israelenses e à política de chantagem contra a Autoridade Palestina, e fez um apelo à comunidade internacional para que "assuma suas responsabilidades legais e morais e rejeite e impeça a execução das ameaças de Israel".
No entanto, segundo o negociador palestino Mohamad Shtayyeh, as represálias palestinas só são ameaças “porque a Israel interessa manter a Autoridade Palestina tal como está".
Por sua parte, a Liga Árabe prometeu conceder à Palestina 100 milhões de dólares mensais caso Israel e Estados Unidos apliquem sanções financeiras, segundo o negociador
A França confirmou na terça-feira que votará a favor do status de observador, enquanto que a Grã-Bretanha, também membro permanente do Conselho de Segurança, indicou nesta quarta que se absterá sobre o tema a não ser que os palestinos se comprometam, entre outras coisas, a retomar imediatamente e sem condições as negociações com o Estado de Israel.
A Alemanha também anunciou que vai se abster, indicando nesta quarta-feira que não quer "dar o seu aval" à resolução, segundo um porta-voz do governo.
Por outro lado, a Rússia afirmou que votará a favor dos palestinos, de acordo com sua posição de princípios a respeito do tema, segundo comunicado do ministério das Relações Exteriores.
A Espanha votará a favor "por coerência com a história" do país, disse nesta quarta-feira o ministro de Assuntos Exteriores, José Manuel García-Margallo.
Por fim, a Finlândia também indicou nesta quarta que deve votar "sim", a não ser que haja um acordo unânime na UE para votar de outra forma, algo improvável.
A data de 29 de novembro é muito simbólica para os palestinos porque é o aniversário da adoção em 1947 na ONU do plano de divisão da Palestina, que previa então a criação de um Estado judeu e de um Estado árabe. ( Fonte uol)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Povo egípcio teme que a Primavera Árabe não se consolide com radicalismo político do presidente Mursi.
Egípcios desafiam presidente Mursi em protesto nacional
terça-feira, 27 de novembro de 2012
"Não queremos uma ditadura outra vez. O regime de Mubarak era uma ditadura. Tivemos uma revolução para termos justiça e liberdade", disse o manifestante Ahmed Husseini, de 32 anos, no Cairo.
A oposição não-islâmica do Egito conseguiu se unir nas ruas nos últimos dias, mas ainda não construiu uma máquina eleitoral capaz de desafiar a bem organizada Irmandade Islâmica, que derrotou candidatos de mentalidade mais laica nas duas eleições realizadas desde a queda de Mubarak.
O decreto de Mursi provocou uma rebelião de juízes e abalou a confiança numa economia que, após dois anos de turbulências políticas, enfrenta graves dificuldades. O presidente ainda está por implementar impopulares medidas destinadas a controlar o déficit público, uma pré-condição para a liberação de um empréstimo de 4,8 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Na segunda-feira, Mursi se reuniu com a cúpula do Judiciário para negociar uma solução para a crise.
"Há sinais nos últimos dois dias de que Mursi e a Irmandade perceberam seu erro", disse Elijah Zarwan, pesquisador do Conselho Europeu de Relações Exteriores, para quem os protestos são "uma claríssima ilustração de como isso foi um erro de cálculo".
(Reportagem adicional de Tom Perry, Seham Eloraby, Marwa Awad e Yasmine Saleh, no Cairo; e de Michael Shields, em Viena) ( Fonte Reuters)
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