quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
- Donna Summer, A&E biografia 09 de fevereiro de 1995
Flor do Caribe: Igor Rickli será o vilão Alberto na próxima novela das seis
O ator fez sua estreia na Globo em 2010, no seriado A Vida Alheia
Vem um novo galã por aí! Flor do Caribe, a nova novela das seis, traz Igor Rickli como o grande vilão, Alberto. A trama de Walther Negrão marca o primeiro trabalho do ator em novelas. Igor fez sua estreia na Rede Globo no seriado A Vida Alheia, em 2010.
A trama conta a história de amor entre Cassiano (Henri Castelli) e Ester (Grazi Massafera), dois jovens que se conheceram na infância e que, na adolescência, descobriram o amor verdadeiro. Tudo seria perfeito, não fosse por Alberto, personagem de Igor Rickli, amigo do casal, que, para conquistar Ester, será capaz de tudo. É neste momento que a vida colocará no caminho de Cassiano uma série de desafios, que o obrigará a provar se pode superá-los para ficar com seu grande amor.
FIQUE POR DENTRO DE TODAS AS NOVIDADES DE FLOR DO CARIBE
Flor do Caribe, de Walther Negrão, tem direção de núcleo de Jayme Monjardim e direção geral de Leonardo Nogueira. A próxima novela das seis da Globo tem estreia prevista para o mês de março. No elenco estão ainda Aílton Graça, Ângela Vieira, Bruno Gissoni, Débora Nascimento, Dudu Azevedo, José Loreto, Juca de Oliveira, Laura Cardoso, Livian Aragão, Max Fercondini, Rafael Almeida, Raphael Viana, Rita Guedes, Sthefany Brito, Suzana Pires, Tainá Muller, Thaíssa Carvalho, Thiago Martins, entre outros.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Salve Jorge: Finalmente público já não aguenta mais! Morena ganha liberdade e é protegida por Mustafá, Zyah e Demir
Nanda Costa a nova revelação da televisão brasileira
Morena (Nanda Costa) passará por uma reviravolta inesperada em sua vida nos próximos capítulos de Salve Jorge. Ajudada por Rosângela (Paloma Bernardi), ela conseguirá se livrar da quadrilha de Lívia (Claudia Raia) e Irina (Vera Fisher), e ganhará proteção de Mustafá (Antonio Calloni), Zyah (Domingos Montagner) e Demir (Tiago Abravanel).
Rosângela inventará uma história e fará com que Russo (Adriano Garib) acredite que Morena teria morrido após ser atingida por destroços de uma explosão à bomba nas ruas de Istambul.
Após encontrar Morena na boate, Mustafá a leva para um hotel e começa a desabafar sobre a crise em seu casamento. Na hora de ir embora, a moradora do Alemão faz a seguinte proposta:
"Compra o meu passe! Quando vim pra cá, eles pagaram a minha passagem, uma porção de coisas… e eu não posso voltar pra casa sem pagar o que eu devo", sugere.
No primeiro momento, o comerciante acha que é um golpe, mas investiga a história pedindo para Adam (Duda Ribeiro) contar o que sabe sobre a moça. "Ela quer voltar pra casa e não pode, tem muitas dívidas com os patrões…", afirma o rapaz.
Mustafá pede para que Zyah vá até a boate negociar a dívida de Morena. Ao descobrir que pode comprar a garota por US$ 12 mil, não pensa duas vezes; "Que bandido! ele está escravizando a menina! Volte lá e fale com o calhorda: eu compro!", diz Mustafá após descobrir que Russo está usando a moça.
Junto com Morena, Russo segue de encontro ao comerciante. No meio do caminho, ela percebe uma chance e corre do capanga. No mesmo momento, acontece uma explosão à bomba na rua por onde a moça corria, e o bandido acaba a perdendo de vista.
Sem ter para onde ir, Morena segue vagando nas ruas. Ela vê uma moça muito ferida no chão, e deixa coloca o xale sobre ela. Mais tarde, Russo vê a noticia sobre a morte de uma brasileira na TV, e identifica o xale de Morena. Ele pede para que Rosângela vá até lá reconhecer o corpo. A traficada mente, e diz para a quadrilha que o corpo era mesmo de Morena.
A fugitiva dá a sorte de ser avistada por Zyah na rua. Ela é levada diretamente para Mustafá e Demir. O trio decide esconder a moça na caverna do guia, e começam a protegê-la. Mais calma, Morena esfria a cabeça e decide esperar o bebê nascer para só depois voltar ao Brasil.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Blogueira cubana símbolo da resistência contra o governo cubano opressor é desrespeitada por pernambucanos e baianos
A chegada da blogueira cubana perseguida pelo governo ao Brasil não foi recebida com muito respeito por pernambucanos e baianos. A jornalista Yaoni Sánchez assim como povo cubano são vítimas de um sistema político opressor e ultrapassado, resquícios da Guerra Fria que não combina com as novas tendências políticas assumidas pela América Latina nas últimas décadas principalmente quando falamos de uma nova consciência democrática que se formou em nossa região. Mesmo com as presenças dos governos populares simpatizantes do chavismo na Venezuela na Bolívia Evo Morales e do Equador Raul Correia, mesmo assim nós latino-americanos sabemos da importância da manutenção da democracia latino-americana. No caso de Yaoni uma mulher perseguida pela repressão política em pleno século XXI, o mínimo que poderíamos fazer seria apoiá-la pela coragem de denúnciar um sistema político inviável e ultrapassado que tem prejudicado o bem-star e a liberdade do povo cubano. Pernambucanos e baianos só quem vive e sobrevive a uma ditadura cruel e sanguinária como o regime castrista é quem pode contar e até mesmo lutar por dias melhores. No caso de Yaoni além de uma grande mulher corajosa, ela se transforma numa das maiores dissidentes de nossa região dígna de ser indicada ao Nobel da Paz. Senhores brasileiros tudo bem que Chaves desafiou o imperialismo norte-americano e se transformou num ícone contra a dominação dos EUA na nossa região, mais nos tempos de hoje o mínimo que o castrismo poderia fazer era respeitar o povo cubano que sofre e agoniza com a falta de reformas políticas, econômicas e sociais na ilha. Pernambucanos e baianos vão estudar e refletir sobre a importância da democracia e da liberdade de expressão para todos os cidadãos. Yaoni Sánchez você tem o meu respeito e apoio a sua causa. Alarcon.
Veja também outros grupos dissidentes contra o governo Castrista ou Chavista na Ilha de Cuba.
As Damas de Branco surgiram em 2003, em meio à chamada Primavera Negra de Cuba, quando 75 dissidentes políticos foram presos e condenados. Inicialmente formado pelas esposas daquele grupo de presos, o movimento hoje conta com outras mulheres, que se reúnem aos domingos para, vestidas de branco, marchar contra o regime castrista. A maioria dos dissidentes presos naquela ocasião foram soltos justamente após um acordo mediado pela Igreja Católica em 2010, e vivem hoje no exílio. O protesto semanal das Damas de Branco é, normalmente, o único tolerado pelo governo cubano.
Veja também outros grupos dissidentes contra o governo Castrista ou Chavista na Ilha de Cuba.
As Damas de Branco surgiram em 2003, em meio à chamada Primavera Negra de Cuba, quando 75 dissidentes políticos foram presos e condenados. Inicialmente formado pelas esposas daquele grupo de presos, o movimento hoje conta com outras mulheres, que se reúnem aos domingos para, vestidas de branco, marchar contra o regime castrista. A maioria dos dissidentes presos naquela ocasião foram soltos justamente após um acordo mediado pela Igreja Católica em 2010, e vivem hoje no exílio. O protesto semanal das Damas de Branco é, normalmente, o único tolerado pelo governo cubano.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O Prefeito do Paulista Júnior Matuto será entrevistado na Rádio Jornal nesta terça-feira
Quem gosta de acompanhar o dia a dia do Prefeito Júnior Matuto em sua administração. A boa pedida desta terça-feira será a entrevista concedida do mesmo à Rádio Jornal, onde irá participar do debate do Programa Super Manhã das 11 às 12 horas pelo prefixo AM-780. No decorrer do debate Júnior Matuto irá abordar o balanço dos dois primeiros meses de sua gestão e os novos empreendimentos econômicos que serão implantados no município. ( Alarcon)
Blogueira cubana chega ao Brasil e é recebida com protestos em PE e BA
Jornalista é uma das principais ativistas da oposição ao governo cubano.
Yoani sempre teve pedido negado para sair de Cuba.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Acabaram camarotes e meia-entrada para Elton John
Quem comprou ingresso para o show de Elton John, dia 10 de março, na pré-venda, pode já trocar o recibo pelo bilhete de entrada, no Chevrolet Hall. Na bilheteria de lá e pelo site Ingresso Rápido mais ingressos entraram em venda neste sábado (16). No entanto, só há cadeiras para serem arrematadas, os camarote estão esgotados. Esgotadas também as meia-entradas que foram disponibilizadas para os Setores 3 e 4. Os valores das cadeiras permanecem:
Cadeira Premium – R$ 1 mil
Cadeira VIP – R$ 800
Cadeira Setores 1 e 2 – R$ 700
Cadeira Setores 3 e 4 – R$ 600
( Fonte:Folha-PE)
Banco do Brasil deve instalar escritório na Rússia este ano
Caffarelli revelou que o objetivo é atender empresas brasileiras que se internacionalizam cada vez mais, e cita como exemplos a Embraer, a joalheria H. Stern, a fábrica de carrocerias Marcopolo, a Tramontina e o frigorífico JBS, dentre outros. Ele relaciona também clientes do BB que atuam na Rússia, como o Centro de Negócios Apex-Brasil e a Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo.
O executivo lembrou que as relações bilaterais Brasil-Rússia ganharam mais estatura nos últimos anos, a ponto de a corrente de comércio entre os dois países ter atingido US$ 5,9 bilhões em 2012, o que coloca o país europeu como 19º parceiro comercial brasileiro. Nossas exportações somaram US$ 3,1 bilhões, contra importações de US$ 2,8 bilhões, com superávit de US$ 350,1 milhões para o Brasil.
De acordo com Caffarelli, o BB vai atender as empresas brasileiras na Rússia, mas está de olho também na possível clientelização de empresas russas que porventura se instalem no Brasil, aproveitando a onda de internacionalização provocada pela globalização da economia. "É uma via de mão dupla", observou.
Da mesma forma que o BB se preparou para aumentar sua presença no mercado internacional, que começou para atender as grandes concentrações de brasileiros nos Estados Unidos e no Japão, e depois se espraiou para outros países, Caffarelli afirmou à Agência Brasil que existe tendência de outros bancos globais também atuarem no Brasil.
Além das aquisições do Banco Patagônia, na Argentina, e do EuroBank, nos Estados Unidos, o BB reforça sua atuação na Europa, com o escritório na Rússia, e na Ásia, com a transformação do escritório de Xangai em agência e com a abertura de uma distribuidora de títulos em Cingapura, que permite ao BB a negociação ininterrupta de papéis 24 horas por dia.
De acordo com o banco, existem ainda outros estudos em andamento visando ao crescimento nos mercados latino-americano, africano e asiático. As analises abrangem 70% da economia global, incluindo os maiores e mais representativos mercados, tanto em tamanho e crescimento quanto em rentabilidade.
A intenção, segundo Caffarelli, é fazer com que o BB se consolide como banco de referência para empresas e indivíduos brasileiros, além de sul-americanos em geral no exterior, tendo para isso que aumentar a representatividade de suas operações internacionais. ( Fonte: Terra.com.br)
Alemanha quer amplo acordo de livre comércio UE-EUA, diz ministro
domingo, 17 de fevereiro de 2013
BERLIM, 17 Fev (Reuters) - O ministro da Economia da Alemanha, Philipp Roesler, quer que a União Europeia e os Estados Unidos cheguem a um amplo acordo de livre comércio transatlântico, e não se contentem com o limitado acordo favorecido por alguns países do sul do bloco econômico.
Roesler disse à revista Der Spiegel neste domingo que ele e o governo europeu querem um amplo acordo de livre comércio, enquanto a França e países do sul da UE, em contraste, querem proteger sua indústria agrícola com regulações e afastar alimentos norte-americanos geneticamente modificados, informou a revista.
Roesler tem o apoio de um estudo elaborado pelo instituto econômico Ifo que mostrou que as vantagens de uma zona de livre comércio seriam maiores com um acordo abrangente.
"Queremos alcançar um grande avanço, não buscamos apenas o consenso mínimo", disse Roesler à Der Spiegel. "Seria danoso impor limites à pauta de negociações antecipadamente e excluir certos setores".
O estudo do Ifo, realizado pelo ministério da Economia, mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresceria 0,1 por cento na UE e 0,2 por cento nos EUA com o acordo de livre comércio se apenas barreiras alfandegárias fossem abolidas.
Mas o estudo projetou uma alta maior no caso de governos introduzirem padrões técnicos comuns, padrões de segurança e regras de competição, disse o Ifo.
OS EUA e a UE pretendem começar a negociar um vasto pacto de livre comércio até junho, mas o plano vai enfrentar muitos obstáculos antes de poder ajudar a reviver as duas maiores economias do mundo.
(Reportagem de Erik Kirschbaum)
BERLIM, 17 Fev (Reuters) - O ministro da Economia da Alemanha, Philipp Roesler, quer que a União Europeia e os Estados Unidos cheguem a um amplo acordo de livre comércio transatlântico, e não se contentem com o limitado acordo favorecido por alguns países do sul do bloco econômico.
Roesler disse à revista Der Spiegel neste domingo que ele e o governo europeu querem um amplo acordo de livre comércio, enquanto a França e países do sul da UE, em contraste, querem proteger sua indústria agrícola com regulações e afastar alimentos norte-americanos geneticamente modificados, informou a revista.
Roesler tem o apoio de um estudo elaborado pelo instituto econômico Ifo que mostrou que as vantagens de uma zona de livre comércio seriam maiores com um acordo abrangente.
"Queremos alcançar um grande avanço, não buscamos apenas o consenso mínimo", disse Roesler à Der Spiegel. "Seria danoso impor limites à pauta de negociações antecipadamente e excluir certos setores".
O estudo do Ifo, realizado pelo ministério da Economia, mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresceria 0,1 por cento na UE e 0,2 por cento nos EUA com o acordo de livre comércio se apenas barreiras alfandegárias fossem abolidas.
Mas o estudo projetou uma alta maior no caso de governos introduzirem padrões técnicos comuns, padrões de segurança e regras de competição, disse o Ifo.
OS EUA e a UE pretendem começar a negociar um vasto pacto de livre comércio até junho, mas o plano vai enfrentar muitos obstáculos antes de poder ajudar a reviver as duas maiores economias do mundo.
(Reportagem de Erik Kirschbaum)
G20 se opõe à guerra de moedas e não chega a acordo sobre dívida
Por Gernot Heller e Maya Dyakina
MOSCOU, 16 Fev (Reuters) - O G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, declarou neste sábado que não deveria haver uma "guerra de moedas" e atrasou planos de que sejam estabelecidos novos objetivos de redução de dívidas, em um indício de preocupação com o frágil estado da economia mundial.
As políticas expansionistas do Japão, que deixaram baixar o yen, escaparam das críticas em um comunicado acordado em Moscou pelos responsáveis financeiros do G20, que reúne as economias desenvolvidas, emergentes e que são responsáveis por 90 por cento da economia mundial.
Após conversas mantidas por grande parte da noite, os ministros de finanças e presidentes de banco centrais concordaram com a formulação mais próxima da declaração conjunta da última terça-feira pelo G7, grupo das economias mais ricas e que apóiam taxas de câmbio determinadas pelo mercado.
Um esboço do comunicado visto por delegados na sexta-feira tinha se distanciado do comunicado do G7, mas a versão final incluiu um compromisso do G20 em conter-se ante desvalorizações competitivas e estabeleceu uma política monetária que possa apontar para a estabilidade de preços e crescimento.
"Essa linguagem foi reforçada em nossas discussões na noite passada", disse à imprensa o ministro canadense de finanças, Jim Flaherty. "É mais forte do que era, mas à noite ficou bastante claro que todo mundo na mesa quer evitar qualquer situação de dispunta monetária".
O comunicado a que a Reuters teve acesso antes da publicação não assinalava o Japão por suas agressivas políticas monetárias que fez baixar o yen a 20 por cento.
O texto refletia um apoio substancial, ainda que não completo, ao comunicado de G7, formado por Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Itália.
"Todos nós estivemos de acordo sobre o fato de que nós nos recusamos a entrar em qualquer guerra fiscal", disse ministro francês de finanças, Pierre Moscovici a repórteres.
José Sarney pretende tirar férias do poder com viagens pelos EUA e Europa
De 1º de Março até Junho, durante o Outono, o senador José Sarney (PMDB-AP) vai "tirar férias de 20 anos do Poder", segundo revelou a contato da coluna – ou oficialmente 120 dias de licença do Senado.
Os motivos: Vai aos Estados Unidos consultar médico para tratar joelho da esposa, dona Marli; depois faz com ela um tour pela Europa e neste período conclui a sua autobiografia. Ex-governador do Amapá, o suplente Jorge Nova da Costa assume a vaga no Congresso.
Decidiu complementar em novo livro, agora de seu próprio punho, mais detalhes de sua vida pessoal e pública além do tratado na recente biografia autorizada escrita por Regina Echeverria. Sarney não toca no assunto, mas aliados sabem o quanto o incomodou o livro de Palmério Dória, Honoráveis bandidos, sobre supostos bastidores da família.
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" To Paris with Love " é o 89º single lançado por Donna Summer . Foi produzido por Peter Stengaard e coescrito por Bruce Roberts e...










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