domingo, 26 de maio de 2013
The Wanderer (álbum de Donna Summer 1980)
The Wanderer é um álbum bem conceitual com elementos musicais bem futuristas que quebram as barreiras sonoras do rock and roll.
The Wanderer é o oitavo álbum de estúdio de Donna Summer (1980) . Era o seu primeiro lançamento pela nova gravadora Geffen Records e tornou-se um álbum Top 20 nos Estados Unidos, com o título da faixa única a chegar a # 3 na Billboard Hot 100 The Wanderer .
Donna Summer tinha feito seu nome na década anterior como a artista feminina de maior sucesso gênero Disco , lançando uma vasta seleção de singles e álbuns pela Casablanca Records. Durante este período, no entanto, Summer sentiu que o rótulo criado em torno de sua fama tinha a explorado e a fez retratar uma imagem típicamente sensual ("The First Lady of Love") com o qual ela nunca se sentiu confortável . O rótulo também tinha assumido outros elementos da vida pessoal de Summer, até o ponto de sentir que não tinha controle sobre sua própria vida ou carreira . Tendo saído de um período de depressão e redescobrir a sua fé cristã, Summer tomou a decisão de romper com a Casablanca e mover uma ação judicial contra eles. Após o processo ser finalmente resolvido, Summer tornou-se a primeira artista a assinar com uma gravadora de Rock a recém-criada Geffen Records .
Naquela época, a disco music estava começando a experimentar uma reação. O rock e a new wave tinha começado a se tornar mais popular, e as pessoas estavam começando a sentir que a original "borda" para a cultura disco já tinha desaparecido e que tinha se tornado um " produto seguro ". Outros achavam que a cena da disco se tornou muito associada a drogas. Em 1980, protestos "disco sucks" foram vistos em todos os lugares e registros da disco foram destruídos pelos mais radicais. E os Fãs queriam saber que direção "A Rainha da Disco" iria tomar agora. Seu álbum anterior, Bad Girls , havia elementos da combinação de rock , soul e R& B com o som da disco, por isso tornou-se evidente que ela já tinha evoluído de forma estrondosa e estava preparada para interpretar qualquer gênero musical. Alguns artistas continuaram com o som da discoteca, apesar da reação. Donna Summer no entanto irá quebrar as regras, decidindo deixar o som da disco para trás e The Wanderer acabou sendo um verdadeiro experimento da nova tendência que anunciava o início de mais uma década musical para Donna. Pois todas as canções traziam muito rock e New Wave em seu contexto musical inclusive uma bela balada gospel I Believe In Jesus que na época mostrou uma Summer com um nível acima do normal, Donna entrava numa nova era pop . O álbum foi co-escrito e produzido por Giorgio Moroder e Pete Bellotte , que havia produzido a grande maioria dos seus mais famosos hits, desde a sua parceria com ela que começou em 1974. A produção para o álbum The Wanderer foi levado às pressas, a Geffen queria ter um novo produto bem diferente do que era oferecido pela Casablanca. Mais a mesma reagiu e lançou uma coletânea de nome Walk Away uma coleção Greatest Hits que reagiu nas paradas e foi sucessos de vendas. Teríamos que fazer mais ajustes, e ter mais tempo para a produção. Mas nós reagimos, disse Harold Faltermeyer, sobre a gravação do álbum que estava perfeito.
Faixas como "Cold Love" e "Nightlife" consistia de um forte som de rock, e Summer ganhou um nomeação para Melhor Performance Vocal Feminina de Rock no Grammy . Outras canções como "Looking Up" e "Breakdown" abraçou um dance/ rock, som bem ao estilo da novata e concorrente Pat Benatar 's We Live For Love . A Nova fé cristã redescoberta por Donna Summer foi documentada na canção gospel "I Believe In Jesus", pelo qual ela também recebeu uma nomeação para Melhor Performance gospel . Como Donna Summer começou a cantar em corais gospel desde criança esta canção foi uma chance para a diva voltar as suas raízes. Também vale conferir além da canção título The Wanderer a hipinótica Grand Ilusion que trazia elementos musicais bem futuristas.
O álbum alcançou a posição número 13 nos EUA Album Chart - vendendo 600 mil cópias só nos Estados Unidos - a faixa-título bateu o número 3 na parada de singles dos EUA. No entanto dois singles - "Cold Love "e" Who Do You Think You´re Foolin ' "- não foram bem sucedidas e mal chegou ao Top 40. O álbum e seus singles atingiram sucesso limitado nas paradas do Reino Unido. Nenhum dos singles chegou ao Top 40 do Reino Unido. Mais The Wanderer é um dos álbuns mais vibrantes e completos de Donna Summer bem diferente daquilo que ela já tinha feito na era disco, basta conferir! Este álbum recebeu o certificado ouro. The Wanderer é um disco raro e inovador que não pode faltar na sua discografia.
Faixas
Lado A
"The Wanderer" (Moroder, Summer) - 3:47
"Looking Up" (Bellotte, Moroder, Summer) - 3:57
"Breakdown" (Bellotte, Faltermeyer) - 4:08
"Grand Illusion" (Moroder, Summer) - 3:54
"Running for Cover" (Summer) - 4:01
Lado B
"Cold Love" (Bellotte, Faltermeyer, Forsey) - 3:38
"Who Do You Think You're Foolin'" (Bellotte, Sylvester Levay, Jerry Rix) - 4:18
"Nightlife" (Bellotte, Moroder) - 4:00
"Stop Me" (Bellotte, Forsey) - 3:44
"I Believe in Jesus" (Summer) - 3:37
Álbum de estúdio The Wanderer Donna Summer
Lançado Em Outubro de 1980
Gravado 1980
Gênero Pop rock , New Wave
Etiqueta Geffen
Produtor Giorgio Moroder e
Pete Bellotte
Fernanda Montenegro ataca 'vício' em meia-entrada e estatização da cultura
Folha de S.Paulo, Acompanhe a Serafina no Twitter
FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO http://www1.folha.uol.com.br/
Ela já encarnou personagens de Sófocles e Molière, Pirandello e Beckett, Jorge Andrade e Nelson Rodrigues. Mas, em seus quase 65 anos de carreira, em que esteve na pele de cerca de 500 tipos, nos palcos, no cinema e na TV, há uma personagem que se destaca, interpretada diariamente e tida em todo o país como a primeira dama do teatro brasileiro: Fernanda Montenegro.
Fernanda Montenegro revela quais suas personagens favoritas da carreira
Foi esse o pseudônimo criado pela adolescente Arlete Pinheiro Esteves da Silva, em 1949, para apresentar um programa de adaptações literárias na Rádio do Ministério da Educação.
"Escolhi um nome que achei literário e maluco. E pegou", diz a atriz, remetendo à célebre frase com que o poeta francês Arthur Rimbaud (1854-1891) descreveu a multiplicidade de vozes que o artista traz em si: "Eu é um outro".
Murillo Meirelles
Fernanda Montenegro posa para a Serafina
Desde então, uma é outra, e outra é, no fundo, uma. "O esteio da dona Montenegro é a dona Arlete. Uma é para uso externo, outra é para uso interno. Uma tem uma fantasia em torno dela, outra tem a realidade palpável do dia a dia", teoriza, enquanto retoca a maquiagem para as fotos que ilustram estas páginas.
Mas, aos 83 anos, ainda consegue se enxergar como Arlete?
Antes de responder, uma mira a outra no espelho, em silêncio. Sem desviar os olhos do reflexo, diz: "Consigo. Mas consigo lá dentro. Isso aqui, agora, por exemplo, não é a Arlete. É a Fernanda. Embora o cavalo seja da dona Arlete, ou seja, o corpo seja o dela, tudo isso o que está armado sobre ele é da dona Fernanda", explica.
E foi como Fernanda Montenegro que ela causou barulho recentemente ao beijar na boca a colega Camila Amado, 77, durante o prêmio da Associação dos Produtores de Teatro do Rio (APTR). O beijo, interpretado como um protesto contra a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, transformou a atriz em nova musa da luta contra a homofobia.
"Não foi bem um proteeeeesto", diz. "Dois atores haviam dado um selinho em repúdio ao insulto que é esse homem. A Camila entrou no palco e disse: 'Eu também gostaria que alguém me beijasse na boca'. E eu disse: 'Pois não, vamos nós'. Fui lá e a beijei simplesmente", narra. "Se foi tido como um protesto, tudo bem."
Agora, Fernanda integra uma campanha contra o preconceito cujo slogan é: "O próximo pode ser você".
Ela mesma já foi alvo. "Nos anos 1950, atriz era prostituta, e ator era gigolô ou veado. Não tinha salvação", lembra. Ela é do tempo em que toda atriz e toda prostituta tinham de obter na delegacia uma carteirinha para trabalhar na área de diversão. "Era um documento da segurança pública para a marginália. Foi suspenso após campanha da atriz Dulcina de Moraes [1908-1996]."
Criada num sítio na região de Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Fernanda teve uma infância primitiva, cercada de bichos e dos parentes --muitos deles eram pastores na Sardenha, Itália.
A memória deve ajudá-la no remake de "Saramandaia", em que interpretará uma personagem que não existia na trama original e que contracena com animais. "Sempre conversei com os bichos, não vai ser novidade", brinca. "Perdi um cachorrinho que era a minha conversa noturna e tenho um casal de passarinhos com quem fico de papo. Mulher fala muito, né? Está sempre conversando com ela mesma e com as coisas. E bichos são ótimos para isso."
A carreira de Fernanda Montenegro
PRIMEIRO ATO
Além do trabalho na TV, neste ano Fernanda ainda será, pela primeira vez na vida, diretora de uma peça. Também retomará as viagens com a peça "Viver sem Tempos Mortos", monólogo em que interpreta, há quatro anos, a escritora Simone de Beauvoir (1908-1986).
O desafio de dirigir pela primeira vez teve como incentivo extra a autoria do texto. "Nelson Rodrigues, por Ele Mesmo - Um Depoimento" baseia-se no livro em que a filha do dramaturgo, Sônia Rodrigues, reúne crônicas nunca publicadas.
"Fui muito ligada a Nelson. A meu pedido ele fez três peças: 'O Beijo no Asfalto', 'Toda Nudez Será Castigada' e 'A Serpente'. Fiz 'A Falecida' no cinema e duas de suas novelas. Achei que saberia levar aquilo para os palcos", conta.
Ninguém diria que a moça que estreou no teatro em 1950, com a peça "Alegres Canções nas Montanhas", chegaria tão longe. O espetáculo foi "um fiasco", como costuma dizer, e ficou só dez dias em cartaz --mas foi ali que ela conheceu Fernando Torres, com quem se casou três anos depois.
No ano seguinte, estreou na TV Tupi. "Era um tempo em que ninguém via TV porque pouquíssima gente tinha o aparelho em casa. De modo que eu fazia programas para ninguém", ri.
"Com o tempo, a TV passou a imprimir a visão de que o ator vai ali para ganhar dinheiro, e não para fazer arte. Que ali é um pulo para o sucesso", avalia. "Hoje, 20% dos atores estão na TV com garantia de emprego por um bom tempo. Os outros 80% estão no teatro a pão e laranja. O teatro é um artesanato lento, e cada dia é uma batalha para sobreviver artística e economicamente."
Fernanda foi a atriz certa nas horas e nos lugares certos e se destacou em meio a uma geração de grandes talentos: Ítalo Rossi, Bibi Ferreira, Raul Cortez, Paulo Autran e Sérgio Britto. Após a morte de Cacilda Becker, em 1969, ela assumiu, aos 40 anos, o título informal de maior atriz do Brasil.
O ápice, no entanto, foi a indicação ao Oscar de melhor atriz, inédita para uma brasileira, pela atuação em "Central do Brasil" (1998), de Walter Salles.
"Não haveria 'Central do Brasil' sem ela", diz o cineasta. "O filme parte de uma ideia original criada para Fernanda, que imprimiu um nível de excelência que irradiou para a equipe inteira."
Veremos Walter e Fernanda juntos novamente? "Estamos pensando em um novo filme juntos. É algo embrionário, mas que pretendo realizar," diz a atriz. "Colaborar novamente com Fernanda seria um sonho", derrete-se o diretor.
SEGUNDO ATO
Arlete conseguiu preservar sua intimidade e manter Fernanda Montenegro na linha de frente. A atriz se tornou empresária de si mesma.
"Meus pais eram independentes: autodidatas, franco-atiradores, aventureiros", diz a atriz Fernanda Torres, 47, colunista da Folha e filha do casal, assim como o cenógrafo e diretor Claudio Torres.
Mãe explica filha: "No meu tempo, do espetáculo mais experimental ao mais careta, a gente ia ao banco, pegava um empréstimo e se endividava. Só que o público pagava o ingresso. E a gente saldava a dívida e sobrevivia".
Fernandona ataca a estatização e o "pouco pão na mesa" da cultura. "O Estado é o grande pai -no caso, a grande mãe--, e somos prisioneiros desse sistema", diz. "Só se faz tanto monólogo hoje porque é o que dá para produzir."
Para a atriz, o bom exemplo desse "sistema" é o modelo de prestação de contas. "Adoraria ver os 39 ministérios do Brasil justificando despesas como nós da cultura fazemos para o Ministério da Cultura. Isso é dinheiro público."
Fernanda foi convidada duas vezes a assumir esse Ministério da Cultura: uma no governo Sarney (1985-1990) outra no Itamar Franco (1992-1994).
"Quando você se entrega a uma profissão, passa a ter uma deformação profissional, entre aspas, que me levou a declinar desses dois convites. Vê a que ponto se chega?" E cai na gargalhada, sem arrependimentos.
Para ela, outro problema da cultura atualmente é o "vício" em ingresso barato e em meia-entrada. "Você não pode fazer um espetáculo em que, se aparecer 100% de público com carteirinha, você obtém metade da bilheteria. Se você levar essas carteirinhas no supermercado, o açúcar não sai pela metade do preço, não é verdade?"
TERCEIRO ATO
Vaidosa, Fernanda diz manter a silhueta esguia por sorte. "Não tenho propensão para engordar. Como bem, mas não gosto de gordura nem de doce."
Há 40 anos, fez sua primeira e única cirurgia plástica. "Tirei bolsas debaixo dos olhos. Elas voltaram, maravilhosas. Percebi que era inútil lutar. Inútil paisagem, como cantou Tom Jobim."
O passar dos anos e a fragilidade do corpo parecem não a incomodar. Difícil é testemunhar a morte dos amigos.
Nos últimos dez anos, Fernanda convive com esses vazios: Sérgio Britto, Gianni Ratto, Gianfrancesco Guarnieri, Chico Anysio, Millôr Fernandes, Ítalo Rossi e Fernando Torres, que morreu em 2008, após 60 anos de casamento. "Os primeiros anos sem Fernando quase me derrubaram", desabafa.
Sobre a perda de colegas, confessou ao ex-genro, Gerald Thomas, chorar diariamente. "Na hora de dormir, olho para o teto e choro. Na hora de acordar, olho para o teto e choro de novo. E, se você quer saber, às vezes, no meio da madrugada, eu choro também."
A declaração fez o dramaturgo produzir um texto intitulado "Eu Choro". "Fernanda tem aqueles olhões para fora e se emociona facilmente. Dá para ver ali toda a angústia da humanidade."
À Serafina, confessou. "É horrível. São pessoas que vão embora e não têm peça de reposição. Com cada um se viveu uma memória. E agora só eu estou com aquela memória em comum... Por enquanto."
Fernanda acredita que já viveu os melhores anos da vida, portanto, a preparação para a morte é inevitável. "Mas vamos carregando o processo vital até onde der."
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Justin Bieber é a sétima "mulher" mais popular da internet, diz canal de TV
Justin Bieber é a sétima "mulher" mais popular da internet, diz canal de TV
Do UOL
Justin Bieber na lista das mulheres mais populares da web
A fase de Justin Bieber não é nada boa. Depois de Taylor Swift deixar bem claro seu desgosto pelo rapaz, ele entrou na lista das mulheres mais populares na internet, segundo o canal Fox News.
O canal de TV norte-americano fez a estatística baseada em procuras feitas no site Google, e compiladas pela revista "COED". E o material não é relativo ao ano de 2013 e sim ao de 2010.
Mesmo assim, em 2011, o cantor aparece novamente na lista das mulheres mais populares da web, mas conseguiu a vice-liderança na pesquisa.
Veja abaixo a lista completa das mulheres mais populares da internet em 2010:
1- Lady Gaga
2- Ke$ha
3- Madonna
4- Beyoncé
5- Rihanna
6- Britney Spears
7- Justin Bieber
8- Miley Cyrus
9- Paris Hilton
10- Avril Lavigne
Do UOL
Justin Bieber na lista das mulheres mais populares da web
A fase de Justin Bieber não é nada boa. Depois de Taylor Swift deixar bem claro seu desgosto pelo rapaz, ele entrou na lista das mulheres mais populares na internet, segundo o canal Fox News.
O canal de TV norte-americano fez a estatística baseada em procuras feitas no site Google, e compiladas pela revista "COED". E o material não é relativo ao ano de 2013 e sim ao de 2010.
Mesmo assim, em 2011, o cantor aparece novamente na lista das mulheres mais populares da web, mas conseguiu a vice-liderança na pesquisa.
Veja abaixo a lista completa das mulheres mais populares da internet em 2010:
1- Lady Gaga
2- Ke$ha
3- Madonna
4- Beyoncé
5- Rihanna
6- Britney Spears
7- Justin Bieber
8- Miley Cyrus
9- Paris Hilton
10- Avril Lavigne
terça-feira, 21 de maio de 2013
Sônia Braga pede salário alto, 'mordomias' e assusta a Globo
Ricardo Feltrin, colunista do UOL
O único motivo que impediu Sônia Braga de fazer um papel em "Salve Jorge" foi o salário que ela pediu, considerado alto demais para os padrões atuais da emissora. Durante os meses em que ela ficasse no ar, Sônia pediu por volta de R$ 200 mil por mês (cerca de US$ 100 mil). É um valor até certo ponto baixo no mercado norte-americano de seriados. Também é pouco em comparação com o que a Globo paga para alguns medalhões como Tarcísio Meira, Gloria Menezes e Fernanda Montenegro --para ficar só entre aqueles que ficam muito tempo fora do ar.
Mesmo assim, a Globo acha o valor era alto demais, ainda mais somado a "mordomias" que a atriz, de 62 anos, exigiu para interromper sua carreira nos Estados Unidos. Nos últimos três anos, Sonia fez três longas nos EUA e estrelou episódios de seriados como "Brothers & Sisters", "Ghost Whisperer", "Law & Order". Dois anos atrás a veterana atriz, uma das brasileiras mais conhecidas no mundo, também fez participação em "Tapas & Beijos".
Entre as "mordomias" que a atriz exige para fazer novelas estão uma espécie de "auxílio-mudança" (ela teria de trazer muitas coisas dos EUA, onde está radicada) e "auxílio-moradia" --de preferência num hotel cinco estrelas.
Em otras palavras: quem quer uma estrela de primeira grandeza, tem de pagar por isso. Inclusive a Globo.
Cabe lembrar que Sônia foi assediada pela Record também nos últimos anos. Sua pedida financeira também assustou a emissora. uol/notícias
domingo, 19 de maio de 2013
Rod Stewart lidera ranking de álbuns na Grã-Bretanha pela 1ª vez em 34 anos
Mohammed Abbas e Kathi Urban-Oberberg
Stephen Lovekin/Getty Images
Rod Stewart volta ao topo das paradas britânicas com novo álbum
LONDRES, 19 Mai (Reuters) - O veterano roqueiro Rod Stewart colocou um álbum no topo da lista dos mais vendidos na Grã-Bretanha em mais de 30 anos com o "Time", enquanto o francês Daft Punk ficou no topo da parada de singles, informou a Official Charts Company no domingo.
Stewart, ostentando sua marca registrada de cabelo loiro espetado, disse à Reuters que o processo para montar sua nova autobiografia havia libertado o que normalmente é um processo lento de composição de músicas.
"Eu escrevi algumas músicas decentes, mas eu nunca me considerei um compositor porque não vem naturalmente", disse ele. "Não flui para fora da minha caneta como acontece com alguns compositores, sempre foi uma luta. Foi muito mais agradável desta vez."
"Time" é o primeiro álbum de Stewart totalmente autoral em mais de 20 anos, e seu oitavo álbum número um britânico. Apesar de seu sucesso, Stewart, um pai de 68 anos de oito, disse que não tem intenção de diminuir o ritmo tão cedo.
Stewart inicia turnê a partir de junho e espera em algum momento trabalhar novamente com seu antigo companheiro de banda Ronnie Wood, agora um guitarrista com os Rolling Stones.
Na parada de singles, "Get Lucky" do Daft Punk está no caminho certo para se tornar o mais vendido da Grã-Bretanha do ano -- sendo que o muito aguardado novo álbum do grupo ainda será lançado na segunda-feira.
sábado, 18 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Um ano sem a Diva Donna Summer (31/12/1948-17/05/2012)
A um ano atrás o mundo lamentava a morte da Diva Donna Summer (17/05/2012), sem dúvida uma das maiores perdas da música internacional- mas neste 17 de maio de 2013 vamos fazer diferente, vamos celebrar o grande legado deixado por Summer comprando um download da canção Sand On My Feet , balada romântica que faz parte do seu último álbum de estúdio Crayons (2008). Vamos celebrar Donna Summer por aquelas belas canções compostas e interpretadas pela sua grande força e magia emocional que encantam e encantará a todos nós pelos restos de nossas vidas. O que importa é que Donna viverá para sempre em nossos corações. Alarcon
terça-feira, 14 de maio de 2013
Angelina Jolie anuncia ter retirado seios para evitar câncer
Atriz, mãe e embaixadora; veja trajetória de Angelina Jolie100 fotos 68 / 100
Conhecida por adorar uma adrenalina, Angelina Jolie dispensa dublê e arrisca-se durante a filmagem de "Salt". A atriz ficou pendurada na parede de um prédio na cidade de Nova York por um cabo de aço (12/3/09)
A atriz Angelina Jolie anunciou ter se submetido a uma mastectomia dupla (retirada dos seios) para reduzir suas chances de desenvolver câncer de mama.
Jolie, de 37 anos, explicou suas razões para a cirurgia em um artigo publicado na edição desta terça-feira (14) do jornal americano "The New York Times".
Ela disse que os médicos estimaram que ela tinha um risco de 87% de desenvolver câncer demama e de 50% de ter câncer de ovário.
"Decidi ser proativa e reduzir o risco o máximo que eu podia", afirmou a atriz, mãe de seis filhos.
Ela afirmou que o processo de retirada dos seios começou em fevereiro e foi completado em abril, com a reconstrução dos seios usando implantes. "Houve muitos avanços nesse procedimento nos últimos anos, e os resultados finais podem ficar bonitos", escreveu a atriz em seu artigo.
JOLIE RETIRA SEIOS PARA EVITAR CÂNCER DE MAMA
No artigo intitulado My Medical Choice (minha escolha médica), Jolie explicou que sua mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56 anos.
Ela disse que procurou garantir aos seus filhos que a mesma doença não a tiraria deles. "Mas a verdade é que eu tenho um gene falho, o BRCA1, que aumenta consideravelmente minhas chances de desenvolver câncer de mama e câncer de ovário", disse.
Feminilidade intacta
Segundo a atriz, uma vez que ela "soube que essa era a realidade", tomou a decisão de passar pelo processo cirúrgico de nove semanas para a mastectomia dupla.
De acordo com ela, suas chances de desenvolver câncer de mama agora caíram de 87% para menos de 5%.
Ela elogiou seu companheiro, o também ator Brad Pitt, por seu amor e apoio durante o procedimento, e disse que seus filhos não encontraram nada nos resultados "que os deixem desconfortáveis".
"Eu me sinto segura de que fiz uma escolha dura e que de maneira nenhuma diminui minha feminilidade", disse ela. "Para qualquer mulher que esteja lendo isso, espero que isso ajude você a saber que tem opções", afirmou.
"Quero estimular cada mulher, especialmente se você tem um histórico familiar de câncer de mama ou de ovário, a procurar informações e especialistas médicos que podem lhe ajudar nesse aspecto de sua vida e a fazer sua própria escolha informada", comentou.
Brad Pitt se pronunciou sobre a decisão de Jolie e disse que foi "realmente heróica". "Ao ter testemunhado sua decisão em primeira mão, eu achei a decisão de Angie, assim como de tantas outras como ela, realmente heroica", disse Pitt. "Eu agradeço a equipe médica por seu cuidado e atenção", disse ele por meio de um comunicado enviado ao "Evening Standard", de Londres.
Agenda lotada
Durante o período em que se submetia ao procedimento cirúrgico para a retirada dos seios, Jolie visitou a República Democrática do Congo como enviada especial da ONU para causas humanitárias.
Em seguida, ela participou da reunião do G8 em Londres e incentivou a criação de uma ONG fundada pela jovem estudante e blogueira paquistanesa Malala Yousafzai, para financiar a educação de meninas no Paquistão.
Malala foi ferida em outubro do ano passado por um tiro dado à queima roupa dado por um integrante do Talebã.
A mastectomia dupla tem se tornado mais frequente entre mulheres consideradas no grupo de alto risco para o desenvolvimento de câncer de mama, por conta da evolução na compreensão do papel genético no aparecimento da doença.
No final do ano passado, a mulher do cantor Ozzy Osbourne, Sharon Osbourne, também revelou a uma revista que havia passado por uma mastectomia dupla após descobrir ter o gene BRCA1.
Biografia
Nascida em 1975, filha dos atores Jon Voight e Marcheline Bertrand, Jolie teve uma infância e uma adolescência conturbadas, em que ela teria usado drogas e se automutilado.
Em 2000, ela ganhou um Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo seu papel em "Garota, Interrompida" e no ano seguinte, ao filmar "Lara Croft" no Camboja, começou a se interessar por causas humanitárias.
Jolie foi por 10 anos embaixadora da ACNUR, a agência de refugiados da ONU, e agora é enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
Entre outras campanhas, ela se engajou na conscientização sobre o problema da violência sexual em zonas de conflito, visitando Darfur, Iraque, Afeganistão e Líbia.
Jolie recebeu a cidadania honorária de Sarajevo por seu filme "Na Terra de Amor e Ódio", sobre a Guerra da Bósnia, lançado em 2011.
Casada com o ator Brad Pitt, ela tem seis filhos: três biológicos (Shiloh, Knox e Vivienne) e três adotados (Maddox, do Camboja, Zahara, da Etiópia e Pax do Vietnã). UOL
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Nova comédia de Almodóvar mostra avião em risco e tripulação "gay" "Os Amantes Passageiros"
O filme "Os Amantes Passageiros", do espanhol Pedro Almodóvar, deve chegar aos cinemas brasileiros em 28 de junho. Houve uma sessão especial de estreia na cidade natal do diretor, no início de março.
Na comédia, um voo com destino à Cidade do México fica em situação de risco, e o desespero diante da situação causa uma catarse generalizada. Os passageiros, "comandados" por uma tripulação "gay", passam a fazer confissões e a agir de maneira escrachada para tentar esquecer a angústia da situação. Os comissários de bordo, sempre cheios de trejeitos, dançam, cantam e buscam acalmar os ânimos.
veja fotos de "Os Amantes Passageiros", que no elenco conta com Antonio Banderas e Penélope Cruz, entre outros. (folha/uol)
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