terça-feira, 5 de março de 2013
Morre Hugo Chávez, presidente da Venezuela, aos 58 anos
Do UOL, em São Paulo
Ferrenho crítico do neoliberalismo e do governo dos Estados Unidos, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu aos 58 anos nesta terça-feira (5), vítima de um câncer na região pélvica, com o qual convivia há um ano e meio.
Desde que sua enfermidade foi diagnosticada, em junho de 2011, Chávez passava longos períodos em Cuba, onde tratava a doença.
Chávez tem três filhas e um filho -- três são fruto do casamento com Nancy Colmenares e uma nasceu da união com a jornalista Marisabel Rodríguez, de quem se separou em 2003. Na foto, ele posa em Caracas com Rosa Virgínia (à esq.) e María Gabriela. As duas, assim como Hugo Rafael, são fruto do primeiro casamento. A filha dele com Marisabel se chama Rosinés David Fernández/EFE ?
O anúncio oficial da morte de Chávez foi feito por volta das 17h25 no horário local (18h55 no horário de Brasília) desta terça-feira (5) pelo vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro. No mesmo pronunciamento, Maduro confirmou que Chávez morreu às 16h25 (17h55h no horário de Brasília).
Venezuelanos choram na capital Caracas após o anúncio da morte do presidente Hugo Chávez. O vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta terça-feira (5), em pronunciamento nacional na TV, a morte de Chávez, vítima de um câncer na região pélvica com o qual convivia há um ano e meio Ariana Cubillos/AP
Maduro afirmou que utilizará a prerrogativa de um dispositivo militar e policial especial para garantir a paz do país após a morte de Chávez.
"O capitalismo é o caminho do diabo e da exploração. Se você deseja realmente olhar as coisas pelos olhos de Jesus Cristo --que creio ter sido o primeiro socialista--, só o socialismo poderá gerar uma sociedade genuína"Hugo Chávez, presidente da Venezuela. Lembre mais frases do presidente venezuelano
"Será desencadeada uma união especial de toda a Força Armada Nacional Bolivariana, da Polícia Nacional Bolivariana, que neste exato momento está em execução para acompanhar e proteger nosso povo", disse Maduro durante um pronunciamento em rede nacional para rádio e televisão.
Por volta das 19h20 (horário de Brasília), os chefes das Forças Armadas da Venezuela declararam sua lealdade ao vice-presidente e convocaram todas as forças disponíveis no país para garantir a segurança de todos os cidadãos venezuelanos e o cumprimento da Constituição do país.
Em muitas ocasiões, o governo brasileiro não concordou integralmente com Chávez. Porém, hoje, como sempre, nós reconhecemos nele uma grande liderança, uma perda irreparável, e sobretudo, um amigo do Brasil. Um amigo do povo brasileiroDilma Rousseff, presidente do Brasil
Vice havia dito na tarde da terça que Chávez tinha "plena consciência e vontade de vida"
Maduro já havia feito um pronunciamento sobre o estado de saúde de Chávez nesta terça-feira. O vice-presidente chegou a dizer que Chávez tinha "plena consciência e vontade de vida" e clamou pelo retorno do presidente venezuelano: "Que volte Chávez, que assuma Chávez".
5.mar.2013 - O jornal espanhol "El País" destaca a notícia da morte do presidente venezuelano, Hugo Chávez, 58, nesta terça-feira, vítima de um câncer na região pélvica, com o qual convivia há cerca de um ano e meio. A publicação lembra do líder venezuelano como "o caudilho bolivariano" Reprodução
No mesmo pronunciamento, Maduro acusou os "inimigos do país" de estarem por trás da doença de Chávez. Antes mesmo do anúncio oficial da morte do presidente venezuelano, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA Patrick Ventrell negou a acusação feita por Maduro: "A afirmação de que os Estados Unidos estavam envolvidos de alguma maneira na causa da enfermidade do presidente Chávez é absurda, e a rechaçamos completamente"
Retorno de Cuba em meados de fevereiro causou surpresa no país
Antes de viajar à ilha pela última vez, em dezembro de 2012, Chávez fez um pronunciamento na televisão venezuelana, no qual aludiu ao risco de morte ou de complicações maiores. Na ocasião, ele também indicou o seu sucessor, o vice-presidente e chanceler Nicolás Maduro.
No dia 18 de fevereiro, Chávez voltou à Venezuela de forma surpreendente após dois meses em Cuba. "Chegamos de novo à Pátria venezuelana. Obrigado Deus meu!! Obrigado povo amado!! Aqui continuaremos o tratamento", escreveu na ocasião em seu perfil no Twitter.
Desde então, a oposição vinha cobrando mais clareza por parte do governo sobre o estado de saúde do mandatário.
Em outubro de 2012, Chávez havia sido reeleito presidente da Venezuela, com 54% dos votos. Como faleceu antes de assumir o governo, o país deverá passar por novas eleições. O ex-governante já deixou o seu recado sobre o futuro do país. "Vocês todos têm de eleger Nicolás Maduro como presidente. Peço isso de coração", afirmou, durante seu pronunciamento na TV.
Quem foi Hugo Chávez, presidente da Venezuela
Foram mais de três décadas de vida política na Venezuela, que começou quando ele se formou em ciências e artes militares na Academia Militar da Venezuela, aos 21 anos.
Natural de Sabaneta, oeste da Venezuela, Chávez nasceu a 28 de julho de 1954. Ele era o segundo de seis filhos dos professores Hugo de los Reyes Chávez e Elena Frías de Chávez.
Sua infância e adolescência, vividas em Sabaneta e Barinas, também no oeste do país, foram marcadas pelo gosto por esportes e artes – o presidente chegou a escrever alguns contos e obras de teatro.
RELEMBRE A TRAJETÓRIA DE CHÁVEZ
Em 1975, ingressou na Academia Militar da Venezuela, e não demorou muito para que se tornasse tenente-coronel, em 1990.
Sua ideologia esquerdista e a identificação com Simón Bolívar, um dos heróis da independência da Venezuela, o levaram a fundar o Movimento Bolivariano Revolucionário 200 (MBR200), que pregava a reforma do Exército e a mudança da ordem constitucional vigente.
Em fevereiro de 1992, orquestrou um golpe de Estado contra o então presidente Carlos Andrés Pérez, que estava envolvido em denúncias de corrupção. A tentativa fracassou e Chávez foi levado à prisão, onde permaneceu por dois anos.
Já em 1997, ele fundou o Movimento Quinta República (MVR), agremiação pela qual venceu as eleições presidenciais do ano seguinte, com 56,5% dos votos.
Assim que tomou posse, em 1999, Chávez dissolveu o Congresso e convocou um referendo para a instauração de uma Assembleia Nacional Constituinte. Das 131 cadeiras, 120 pertenciam a aliados do então presidente.
A nova Carta, aprovada por 71,21% dos eleitores, mudou o nome do país para República Bolivariana da Venezuela, outorgou maiores poderes ao Executivo, extinguiu o Senado – o Parlamento virou unicameral – e aumentou os direitos culturais e linguísticos dos povos indígenas. Novas eleições presidenciais foram realizadas em 2000, e Chávez foi reeleito com 59,7% dos votos.
Em 2002, o país passou por uma grave crise política depois que Chávez demitiu gestores da PDVSA – a petrolífera estatal venezuelana, que controla 95% da produção nacional – e os substituiu por gente de sua confiança.
Opositores organizaram um golpe de Estado em abril do mesmo ano, que foi seguido de um contragolpe dois dias depois, já que forças leais a Chávez perceberam o clamor popular do líder. Com duração de 47 horas, este foi o golpe de Estado mais rápido da história.
Um referendo sobre a permanência de Chávez no poder foi realizado em agosto de 2004, e 58,25% dos votantes se mostraram favoráveis ao presidente. Em 2006, ele foi reeleito para um segundo mandato de seis anos. Mais uma vez, ele governou com grande apoio no Congresso, já que a oposição havia boicotado as eleições legislativas de 2005.
COMO FICA A SUCESSÃO DE CHÁVEZ
Conforme o Artigo 233 da Constituição venezuelana, a falta absoluta causada pela morte do presidente eleito provoca uma nova eleição "universal, direta e secreta" após 30 dias consecutivos.
Durante esses 30 dias, o presidente da Assembleia Nacional --atualmente, o chavista Diosdado Cabello--, assume a presidência da Venezuela.
Em diversas ocasiões, Chávez manifestou o desejo de que Nicolás Maduro, seu vice-presidente, fosse o candidato do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), caso fosse necessária a realização de uma nova eleição no país.
Na eleição de outubro de 2012, vencida por Chávez, o candidato da coligação de oposição ao PSUV foi Henrique Capriles.
O primeiro revés veio no final de 2007, quando a população, após um plebiscito, negou uma reforma à Constituição. Em 2008, a oposição ganhou a prefeitura das duas maiores cidades do país, Caracas e Maracaibo, além de cinco Estados economicamente importantes (Zulia, Carabobo, Miranda, Táchira e Nueva Esparta).
segunda-feira, 4 de março de 2013
Donna Summer Oscar de melhor canção Last Dance 1979
Grande momento do Oscar de 1979 a Diva Disco Donna Summer interpreta a canção ganhadora do Oscar Last Dance trilha sonora do filme até que enfim é sexta feira (Thank God it´s Friday) canção esta que eternizou a carreira musical de La Summer, levando a mesma a ser considerada a rainha inquestionável das discotecas. Alarcon
domingo, 3 de março de 2013
Sem benção ou papa, cardeais se reúnem para eleger novo pontífice
domingo, 3 de março de 2013 (Reuters/Brasil)
CIDADE DO VATICANO, 3 Mar (Reuters) - A Igreja Católica Romana marcou seu primeiro domingo em quase oito anos sem uma bênção papal, enquanto os cardeais se reúnem para eleger um novo líder para os 1,2 bilhão de fiéis, em um dos mais turbulentos períodos de sua história.
As janelas do apartamento papal com vista para a Praça de São Pedro estavam fechadas, o que é normalmente o caso somente quando um papa está fora de Roma e oferece a bênção dominical em outro lugar.
Não houve nenhum tipo de bênção papal, a primeira vez na qual a igreja se encontra em tal estado de transição desde o domingo de 3 de abril de 2005, o dia após a morte do papa João Paulo 2.
"É estranho, muito estranho vir a Roma, à Praça de São Pedro e não ouvir a Angelus (bênção de domingo) do papa, especialmente por que ele ainda está vivo --é uma situação única esta que estamos vivendo", disse Fabio Ferrara, um dos poucos que estavam na Praça ao meio-dia.
Na segunda-feira, os cardeais devem começar a realizar reuniões preliminares, conhecidas como congregações gerais, para se conhecerem, discutirem assuntos da Igreja e decidirem a data para o conclave a portas fechadas para escolher o sucessor de Bento 16.
O Vaticano parece determinado a concluir a eleição até meados de março, a fim de que o novo papa possa ser instalado em seu gabinete antes do Domingo de Ramos, em 24 de março, e possa realizar os serviços da Semana Santa, culminando no domingo da Páscoa na semana seguinte.
(Reportagem de Philip Pullella)
Documentos da ditadura são retidos por ministérios
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RUBENS VALENTE, MATHEUS LEITÃO DE BRASÍLIA ( Folha de São Paulo)
O governo federal retém milhares de documentos produzidos por ministros de Estado na ditadura militar (1964-1985), hoje fora do alcance imediato de pesquisadores. É o que revela levantamento feito durante quatro meses pela Folha, que visitou arquivos nos ministérios e copiou centenas de páginas.
O material inclui avisos, memorandos, ofícios, exposições de motivos e telegramas produzidos pelas mais altas autoridades do regime militar, incluindo os então ministros das três Forças Armadas, da Fazenda e da Justiça.
Veja documentos da ditadura retidos em ministérios
Guardados em pelo menos nove órgãos federais em Brasília, esses papéis não estão sob controle do Arquivo Nacional, que tem a tarefa de catalogar e armazenar o acervo da ditadura, nem da Comissão da Verdade, criada para investigar abusos contra os direitos humanos no período.
O acesso a esses documentos é dificultado por uma série de deficiências dos ministérios. Alguns oferecem apenas alguns dias do mês para a pesquisa. Em geral não há local adequado para a leitura dos papéis, com exceção do Ministério das Relações Exteriores, que possui salas próprias para pesquisadores.
A maioria dos órgãos exige que os pedidos fiquem restritos a certos períodos de tempo, o que inviabiliza um acesso amplo ao acervo. Embora tenha liberado o acesso a alguns papéis solicitados pela reportagem, o Comando do Exército se recusou a autorizar uma visita ao seu arquivo, alegando que se trata de uma "área de segurança".
O caso da Casa Civil da Presidência da República é o mais problemático. O órgão reconheceu por escrito a existência de documentos produzidos na década de 70 pelo então Gabinete Civil, que durante cinco anos, de 1974 a 1979, esteve nas mãos do general Golbery do Couto e Silva (1911-1987), um dos cérebros do regime ditatorial.
Mas o ministério, atualmente sob a gestão da ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), se recusou a permitir o acesso a qualquer documento, sob a alegação de falta de pessoal e tempo para analisar os papéis e verificar se incluíam "informação pessoal" que não pudesse ser divulgada.
A Folha recorreu contra a proibição apelando à CGU (Controladoria-Geral da União), que analisa o assunto desde o dia 14 de fevereiro.
A absoluta maioria dos documentos localizados pela reportagem não está catalogada, não tem seu conteúdo descrito e não está plenamente acessível à consulta do público.
O Comando da Aeronáutica reconheceu a existência de dezenas de caixas de microfilmes. Num primeiro momento, a Aeronáutica autorizou a Folha a examinar o material durante sessões de 50 minutos por semana, num aparelho operado por um oficial do gabinete.
Após duas semanas, ficou evidente a inviabilidade da pesquisa. A reportagem então solicitou cópia integral de uma lata de microfilme marcada como "confidencial", com um número indeterminado de páginas. O pedido foi feito em 17 de janeiro, e continua sem resposta até hoje.
Editoria de Arte/Folhapress
NO SUBSOLO
A Folha descobriu quase por acaso a existência dessas coleções de papéis. Desde junho do ano passado, a reportagem tenta localizar na Esplanada dos Ministérios qualquer documento oficial que possa esclarecer o que ocorreu na década de 70 com os índios uaimiris-atroaris, no Amazonas. Indigenistas falam em 2.000 índios que teriam sido mortos pelo Exército num intervalo de seis anos.
Em outubro passado, ao ser consultado se possuía papéis sobre os índios, produzidos entre 1970 e 1976, o Ministério da Justiça respondeu que o material desse período compreendia 120 volumes encadernados com cerca de 500 páginas cada um, cerca de 60 mil páginas no total. O ministério informou que o material estava em salas do subsolo do prédio em que funciona.
A resposta sugeriu a existência de outros arquivos semelhantes. A reportagem então fez questionamentos com base na Lei de Acesso à Informação a outros ministérios e órgãos federais que pudessem conter material do gênero.
O tratamento do governo para esses papéis não é o mesmo dado a outros documentos do período. O acervo do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações), que está no Arquivo Nacional, pode ser consultado sem restrições, numa sala arejada e equipada com computadores.
RUBENS VALENTE, MATHEUS LEITÃO DE BRASÍLIA ( Folha de São Paulo)
O governo federal retém milhares de documentos produzidos por ministros de Estado na ditadura militar (1964-1985), hoje fora do alcance imediato de pesquisadores. É o que revela levantamento feito durante quatro meses pela Folha, que visitou arquivos nos ministérios e copiou centenas de páginas.
O material inclui avisos, memorandos, ofícios, exposições de motivos e telegramas produzidos pelas mais altas autoridades do regime militar, incluindo os então ministros das três Forças Armadas, da Fazenda e da Justiça.
Veja documentos da ditadura retidos em ministérios
Guardados em pelo menos nove órgãos federais em Brasília, esses papéis não estão sob controle do Arquivo Nacional, que tem a tarefa de catalogar e armazenar o acervo da ditadura, nem da Comissão da Verdade, criada para investigar abusos contra os direitos humanos no período.
O acesso a esses documentos é dificultado por uma série de deficiências dos ministérios. Alguns oferecem apenas alguns dias do mês para a pesquisa. Em geral não há local adequado para a leitura dos papéis, com exceção do Ministério das Relações Exteriores, que possui salas próprias para pesquisadores.
A maioria dos órgãos exige que os pedidos fiquem restritos a certos períodos de tempo, o que inviabiliza um acesso amplo ao acervo. Embora tenha liberado o acesso a alguns papéis solicitados pela reportagem, o Comando do Exército se recusou a autorizar uma visita ao seu arquivo, alegando que se trata de uma "área de segurança".
O caso da Casa Civil da Presidência da República é o mais problemático. O órgão reconheceu por escrito a existência de documentos produzidos na década de 70 pelo então Gabinete Civil, que durante cinco anos, de 1974 a 1979, esteve nas mãos do general Golbery do Couto e Silva (1911-1987), um dos cérebros do regime ditatorial.
Mas o ministério, atualmente sob a gestão da ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), se recusou a permitir o acesso a qualquer documento, sob a alegação de falta de pessoal e tempo para analisar os papéis e verificar se incluíam "informação pessoal" que não pudesse ser divulgada.
A Folha recorreu contra a proibição apelando à CGU (Controladoria-Geral da União), que analisa o assunto desde o dia 14 de fevereiro.
A absoluta maioria dos documentos localizados pela reportagem não está catalogada, não tem seu conteúdo descrito e não está plenamente acessível à consulta do público.
O Comando da Aeronáutica reconheceu a existência de dezenas de caixas de microfilmes. Num primeiro momento, a Aeronáutica autorizou a Folha a examinar o material durante sessões de 50 minutos por semana, num aparelho operado por um oficial do gabinete.
Após duas semanas, ficou evidente a inviabilidade da pesquisa. A reportagem então solicitou cópia integral de uma lata de microfilme marcada como "confidencial", com um número indeterminado de páginas. O pedido foi feito em 17 de janeiro, e continua sem resposta até hoje.
Editoria de Arte/Folhapress
NO SUBSOLO
A Folha descobriu quase por acaso a existência dessas coleções de papéis. Desde junho do ano passado, a reportagem tenta localizar na Esplanada dos Ministérios qualquer documento oficial que possa esclarecer o que ocorreu na década de 70 com os índios uaimiris-atroaris, no Amazonas. Indigenistas falam em 2.000 índios que teriam sido mortos pelo Exército num intervalo de seis anos.
Em outubro passado, ao ser consultado se possuía papéis sobre os índios, produzidos entre 1970 e 1976, o Ministério da Justiça respondeu que o material desse período compreendia 120 volumes encadernados com cerca de 500 páginas cada um, cerca de 60 mil páginas no total. O ministério informou que o material estava em salas do subsolo do prédio em que funciona.
A resposta sugeriu a existência de outros arquivos semelhantes. A reportagem então fez questionamentos com base na Lei de Acesso à Informação a outros ministérios e órgãos federais que pudessem conter material do gênero.
O tratamento do governo para esses papéis não é o mesmo dado a outros documentos do período. O acervo do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações), que está no Arquivo Nacional, pode ser consultado sem restrições, numa sala arejada e equipada com computadores.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Crise Econômica Mundial ( EUA) Detroit, à beira da falência, pode ter intervenção
A cidade de Detroit, sede da General Motors e conhecida como "capital mundial do automóvel", está à beira da falência.
Pouco mais de um mês após concentrar as atenções da imprensa mundial em torno de seu Salão do Automóvel, Detroit acaba de ser declarada em estado de emergência fiscal pelo governador do estado de Michigan, Rick Snyder.
De acordo com a autoridade estadual, "provavelmente não há nenhuma cidade mais ameaçada financeiramente em todos os Estados Unidos. Em termos de serviços para os cidadãos, Detroit está entre as piores do país – caiu do topo para o fundo nos últimos 50 ou 60 anos".
Intervenção - Num encontro público com a comunidade, televisionado nesta sexta-feira (01/03), o governador anunciou que o estado irá nomear um administrador com poderes para tentar salvar as finanças municipais, cortando gastos, modificando contratos com sindicatos de funcionários, fechar ou unir repartições públicas, agilizar a venda de bens públicos e, se nada disso resolver, encaminhar o processo de falência da cidade – uma possibilidade existente na legislação americana.
Detroit tem uma dívida de longo prazo de US$ 14 bilhões (aproximadamente R$ 28 bilhões) e enfrenta perspectivas de queda de arrecadação de impostos irreversíveis nos próximos anos.
Fuga em massa - A cidade, que chegou a ter 1,8 milhões de habitantes, hoje tem apenas 700 mil, o que levou à queda de arrecadação e prejuízo na qualidade dos serviços públicos, entre eles transporte e segurança (nos EUA, a polícia é municipal). Quarteirões comerciais quase inteiros mostram vitrines fechadas por tapumes, no centro e bairros vizinhos.
Num efeito que se realimenta continuamente, na falta de bons empregos e boas condições de vida, a classe média migrou para outras cidades e a população hoje é, na maioria, de baixa renda, com predominância afro-americana.
O anúncio feito pelo governador prenuncia uma batalha política e legal, já que há setores contrários à medida. ( Fonte: UOL/Carros)
Parabéns Rayssa Moraes aprovada no Curso de Ciências Biológicas da UFPE
Rayssa Ferreira é com imenso prazer que a parabenizo por sua aprovação no Curso de Ciências Biológicas da UFPE. Sucesso nessa nova trajetória de sua vida e que esta aprovação seja a primeira de muitas conquistas e realizações em sua vida. Com carinho do professor que sempre acreditou no seu grande potencial. Alarcon.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Parabéns! Rodrigo Ferreira Aprovado no Curso de Biomedicina da UFPE.
O Blog The Best Singer Donna Summer ( Professor Alarcon) Parabeniza o grande aluno Rodrigo Ferreira aprovado no Curso de Biomedicina da UFPE. Ver este exemplo de determinação é acreditar que nosso país terá um futuro próspero e você já faz parte deste furturo. Com carinho de todos aqueles que acreditaram no seu sucesso. Alarcon
CONCLAVE. Entenda como será escolhido o novo papa
O Vaticano convoca uma reunião de cardeais da Igreja Católica, chamada de conclave, para escolher o novo papa. O encontro acontece na Capela Sistina e é chefiado pelo camerlengo -cardeal que desempenha as funções do papa interinamente.
Os 209 cardeais juram cumprir as regras para a escolha do novo pontífice. Os representantes com mais de 80 anos não podem votar e deixam o conclave. Segundo a lista do Vaticano, 115 cardeais podem votar.
Cada cardeal escreve o nome do candidato escolhido em uma cédula sob a frase "Escolho como sumo pontífice" e deposita seu voto em uma urna.
Os nomes escritos nas cédulas são lidos em voz alta pelo camerlengo e seus três assistentes.
Após o anúncio dos votos, as cédulas são costuradas uma na outra.
É declarado papa aquele que obtiver dois terços mais um dos votos dos cardeais.
Se nenhum cardeal receber os dois terços dos votos, as cédulas são queimadas, uma fumaça preta sai da chaminé da basílica e a votação é retomada. Se os cardeais não chegarem a um consenso até o quarto dia de votação, uma pausa será feita para oração e diálogo entre os eleitores. A votação reinicia no sexto dia e vai até o 12º. Outras pausas são feitas no sétimo e décimo dia. Após 12 dias e 34 votações, o sistema muda e a escolha passa a ser entre os dois mais votados. No entanto, permanece o quórum de dois terços.
Quando o novo papa é escolhido, uma fumaça branca sai da chaminé e soam os sinos da basílica como sinal de que a votação chegou ao fim.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
In Memorian do Oscar 2013 esquece do legado deixado por Donna Summer
Na entrega de qualquer prêmio é costume nos EUA lembrar sempre dos astros e estrelas que se foram (morreram). Este ano na sequência apresentada de vários astros e estrelas que morreram a Academia de Artes e Ciências de Hollywood esqueceu de citar a grande Diva Disco a cantora Donna Summer que faleceu em (17/05/12). Foi uma falha gravíssima já que Donna summer foi ganhadora do Oscar de melhor canção Last Dance do filme Thanks God It´s Friday em 1979. Além do legado deixado por ela no mundo da música Donna participou de filmes e contribuiu com grandes trilhas sonoras que nem convem citar.
Após cair e ganhar Oscar de melhor atriz, Jennifer Lawrence dá show de obscenidade.
A atriz Jennifer Lawrence faz gesto obsceno após cerimônia do Oscar, em Hollywood, nos Estados Unidos
A atriz Jennifer Lawrence deixou as boas maneiras de lado após ganhar o Oscar de melhor atriz pelo filme "O Lado Bom da Vida".
Na noite deste domingo (25), a atriz mostrou o dedo do meio para os jornalistas durante uma coletiva de imprensa logo após a cerimônia em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Com uma mão ela segurava a estatueta do Oscar e com a outra ela fazia o gesto obsceno.
Outra "trapalhada" da atriz na premiação aconteceu bem no momento em que ela subia ao palco para ser reconhecida como a melhor atriz do ano. Ela tropeçou na escada e caiu no chão.
Em relação a falta de respeito a triz deveria ter aulas de etiqueta com o ator Daniel Day-Lewis que se comportou como um verdadeiro Gentleman ao receber o seu prêmio, educação e classe não é para todos Jennifer que vergonha. Você pisou na bola.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Daniel Day-Lewis ganha 3º Oscar e faz história
O britânico Daniel Day-Lewis fez história ao se tornar a primeira pessoa a ganhar o prêmio de melhor ator no Oscar por três vezes.
O ator, que era considerado o favorito, foi recompensado por seu papel em Lincoln, de Steven Spielberg.
"Eu realmente não sei como isso aconteceu. Sei que recebi muito mais do que o meu quinhão de boa sorte em minha vida", disse ele.
Um filme sobre um resgate coletivo no Irã, o suspense Argo, de Ben Affleck, ganhou o prêmio de melhor filme.
Em uma transmissão ao vivo da Casa Branca, a primeira-dama Michelle Obama se juntou a Jack Nicholson para ajudar a apresentar o prêmio de melhor filme no final da noite.
Argo é o primeiro vencedor de melhor filme desde 1989 a não ter uma indicação simultânea de melhor diretor - o que ocorrera naquele ano com Conduzindo Miss Daisy.
Mas, apesar de omissão de Affleck na categoria de melhor diretor, o filme tinha sido amplamente cotado para levar o prêmio máximo.
Affleck, que tinha ganhado um Oscar em 1997 pelo roteiro de O Gênio Indomável, disse: "Nunca pensei que estaria de volta aqui e eu estou por causa de muitos de vocês que estão aqui hoje à noite".
Ele acrescentou: "Não importa como você é derrubado na vida, o que importa é como você se levanta".
Argo também levou a estatueta de melhor roteiro adaptado.
Lendas
Primeira-dama dos Estados Unuidos Michelle Obama revela vencedor de Oscar de melhor filme
A vitória no Oscar de Daniel Day-Lewis o coloca à frente de lendas de Hollywood como Jack Nicholson, Marlon Brando, Dustin Hoffman e Tom Hanks - todos vencedores de de melhor ator no Oscar por duas vezes.
Day-Lewis, que detém cidadania dupla irlandesa e britânica, que já ganhou por Meu Pé Esquerdo (em 1990) e Sangue Negro (2008), tem uma reputação de mergulhar fundo em seus papéis.
Seu primeiro papel de destaque foi em 1985, no drama britânico Monha Adorável Lavanderia, e seus outros filmes incluem O Último dos Moicanos, A Idade da Inocência e Uma Janela para o Amor. ( Fonte: BBC/Brasil)
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" To Paris with Love " é o 89º single lançado por Donna Summer . Foi produzido por Peter Stengaard e coescrito por Bruce Roberts e...


























