domingo, 16 de junho de 2013
Discografia de Donna Summer e Posições no Hit Parade Internacional
Bad Girls de 1979 o álbum mais famoso de Donna Summer só a canção Bad Girls passou dois anos nas paradas dos Estados Unidos- a sua vendagem ultrapassou a vendagem de mais de um milhão de cópias. seguidos por estas duas coletâneas antes e depois de Bad Girls.
Principais álbuns de Donna Summer
1974 Lady of the Night (Países Baixos/Bélgica/Alemanha)5
1975 Love to Love You Baby (No. 8 EUA, No. 11 R.U.)
1976 A Love Trilogy (No. 18 EUA, No. 26 R.U.)
1976 Four Seasons of Love (No. 22 EUA)
1977 I Remember Yesterday (No. 9 EUA, No. 1 R.U.)
1977 Once Upon a Time (No. 16 EUA, No. 18 R.U.)
1978 Live and More (No. 1 EUA, No. 7 R.U.)
1979 Bad Girls (No. 1 EUA, No. 5 R.U.)
1980 The Wanderer (No. 4 EUA, No. 25 R.U.)
1982 Donna Summer (No. 10 EUA, No. 13 R.U.)
1983 She Works Hard for the Money (No. 3 EUA, No. 10 R.U.)
1984 Cats Without Claws (No. 24 EUA, No. 30 R.U.)
1987 All Systems Go (No. 20 EUA)
1989 Another Place and Time (No. 2 EUA, No. 4 R.U.)
1991 Mistaken Identity (No. 72 EUA, No. 50 R.U.)
1994 Christmas Spirit
1996 I'm a Rainbow (originalmente gravado em 1981)
1999 Live and More... Encore (No. 14 EUA, No. 20 R.U.)
2003 Adonai (Unreleased)
2008 Crayons (No. 17 EUA)
Compilações
1978 Greatest Hits (No. 4 R.U.)
1979 Greatest Hits On the Radio Vol. I & II (No. 1 EUA, No. 24 R.U.)
1980 Walk Away: Collector's Edition (No. 29 EUA)
1885 The Summer Collection
1987 The Dance Collection
1990 The Best of Donna Summer (No. 12 R.U.)
1993 The Donna Summer Anthology
1994 Endless Summer (No. 37 R.U.)
1998 Greatest Hits
2003 The Journey: The Very Best of Donna Summer (No. 111 EUA, No. 6 R.U.)
2005 Gold
Singles
1971 Sally Go 'Round the Roses
1974 Denver Dream
1974 The Hostage
1974 Lady of The Night
1975 Love to Love You Baby (No. 2 EUA, No. 4 R.U., No. 1 EUA Dance)
1976 Could It Be Magic (No. 28 EUA, No. 40 R.U., No. 1 EUA Dance)
1976 Try Me, I Know We Can Make It (No. 32 EUA, No. 1 EUA Disco)
1976 Wasted/Come With Me (No. 1 EUA Disco)
1976 Spring Affair (No. 26 EUA, No. 1 EUA Disco)
1976 Winter Melody (No. 16 EUA, No. 27 R.U.)
1977 Down Deep Inside (Tema de The Deep) (No. 18 EUA, No. 5 R.U., No. 3 EUA Dance)
1977 I Remember Yesterday (No. 14 UK, No. 1 EUA Dance)
1977 Can't We Just Sit Down (No. 20 EUA)
1977 I Feel Love (No. 6 EUA, No. 1 R.U., No. 1 EUA Dance)
1977 Love's Unkind (No. 3 R.U., No. 1 EUA Disco)
1977 Once Upon a Time (No. 1 EUA Disco)
1977 I Love You (No. 20 EUA, No. 10 R.U.)
1978 Back In Love Again (No. 29 R.U.)
1978 Last Dance (No. 4 EUA, No. 51 R.U., No. 1 EUA Dance)
1978 MacArthur Park (No. 1 EUA, No. 5 R.U., No. 1 EUA Dance)
1978 Rumour Has It (No. 32 EUA, No. 19 EUA)
1979 Bad Girls (No. 1 EUA, No. 11 R.U., No. 1 EUA Dance)
1979 Dim All the Lights (No. 2 EUA, No. 29 R.U., No. 54 EUA Dance)
1979 Sunset People (No. 46 R.U.)
1979 No More Tears(Enough Is Enough) (com Barbra Streisand) (No. 1 EUA, No. 3 R.U., No. 1 EUA Dance)
1979 Heaven Knows (No. 4 EUA, No. 34 R.U., No. 1 EUA Dance)
1979 Hot Stuff (No. 1 EUA, No. 11 R.U., No. 1 EUA Dance)
1980 On the Radio (No. 3 EUA, No. 32 R.U., No. 8 EUA Dance)
1980 Walk Away (No. 21 EUA)
1980 The Wanderer (No. 3 EUA, No. 48 R.U., No. 8 EUA Dance)
1981 Cold Love (No. 31 EUA, No. 44 R.U.)
1981 Who Do You Think You're Foolin' (No. 40 EUA)
1982 Love Is In Control (Finger On the Trigger) (No. 10 EUA, No. 18 R.U., No. 3 EUA Dance)
1982 State of Independence (No. 19 EUA, No. 14 R.U.)
1982 I Feel Love (remix) (No. 21 R.U.)
1983 She Works Hard For the Money (No. 3 EUA, No. 25 R.U., No. 3 EUA Dance)
1983 Unconditional Love (No. 41 EUA, No. 14 R.U.)
1983 The Woman In Me (No. 33 EUA, No. 62 R.U.)
1984 Love Has a Mind of Its Own (No. 70 R.U.)
1984 Supernatural Love (No. 75 EUA, No. 12 EUA Dance)
1984 There Goes My Baby (No. 21 EUA)
1987 Dinner with Gershwin (No. 48 EUA, No. 13 R.U., No. 1 EUA Dance)
1988 All Systems Go (No. 54 R.U.)
1989 Breakaway (No. 49 R.U., No. 31 EUA Hot Dance)
1989 Love's About Change My Heart (No. 24 EUA, No. 20 R.U., No. 3 EUA Dance)
1989 When Love Takes Over You (No. 72 UK)
1989 This Time I Know It's For Real (No. 7 US, No. 3 UK, No. 1 EUA Dance)
1989 I Don't Wanna Get Hurt (No. 7 R.U.)
1991 When Love Cries (No.77 EUA)
1991 Work That Magic (No. 74 R.U.)
1994 Melody of Love (No. 1 EUA Hot Dance, No. 21 R.U.)
1994 Any Way At All
1995 I Feel Love (remix) (No. 8 R.U., No. 9 EUA Dance)
1996 State Of Independence (remix) (No. 13 R.U.)
1997 Carry On (No. 65 R.U., No. 25 EUA Hot Dance)
1999 I Will Go With You (No. 79 EUA, No. 44 R.U., No. 1 EUA Dance)
1999 Love Is the Healer (No. 1 EUA Hot Dance)
2000 The Power of One (No. 2 EUA Hot Dance)
2004 Dream-A-Lot's Theme (No. 20 EUA Hot Dance)
2004 You're So Beautiful (Ultimate Mix) (No. 5 EUA Hot Dance)
2005 I Got Your Love (No. 4 EUA Hot Dance)
2008 I'm a Fire (No. 1 EUA Hot Dance)
2008 Stamp Your Feet (No. 1 EUA Hot Dance)
2009 Fame (The Game) (No. 1 EUA Hot Dance)
2010 To Paris with Love (No. 1 EUA Hot Dance)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Diretor Steven Spielberg prevê "implosão" da indústria cinematográfica
O cineasta Steven Spielberg disse nesta quarta-feira (12) que uma "implosão" na indústria cinematográfica é inevitável, bastando que alguns filmes de US$ 250 milhões vão mal nas bilheterias para que a produção seja alterada "para sempre".
Segundo o diretor, o que acontecerá depois disso será uma diferença de preço na hora de comprar o ingresso para cada filme.
"Você terá que pagar US$ 25 para ver o próximo filme do Homem de Ferro, mas apenas US$ 7 para ver 'Lincoln'", afirmou, em referência ao seu próprio longa.
O diretor Steven Spielberg
As declarações foram feitas na Universidade do Sul da Califórnia, num envento em que, além de Spielberg, estava presente George Lucas, criador da série "Star Wars" --que concordou com o que disse o colega.
Para Lucas, mudanças grandes estão para chegar na indústria cinematográfica. Uma delas seria a transformação da exibição de filmes para algo mais parecido com o que a Broadway é hoje. O cineasta disse que menos filmes serão lançados, mas ficarão em cartazes por cerca de um ano, enquanto o preço dos ingressos será bastante aumentado.
Os dois diretores explicaram aos alunos da universidade que, atualmente, até mesmo cineastas jovens talentosos têm dificuldades em produzir filmes.
Para Spielberg, as ideias dos diretores mais novos são "ousadas demais" para o cinema. Já Lucas lamentou que os custos de marketing de um filme sejam excessivamente altos, o que leva os cineastas a fazerem filmes para as massas, ignorando as audiências de nicho.
Nesse sentido, segundo Lucas, a televisão por assinatura é "muito mais aventureira que o cinema atualmente".
Spielberg concluiu dizendo que, por isso, filmes como "Lincoln" devem migrar em breve para a televisão --e revelou que seu longa quase foi negociado com a HBO para se tornar um telefilme. http://www1.folha.uol.com.br/
Segundo o diretor, o que acontecerá depois disso será uma diferença de preço na hora de comprar o ingresso para cada filme.
"Você terá que pagar US$ 25 para ver o próximo filme do Homem de Ferro, mas apenas US$ 7 para ver 'Lincoln'", afirmou, em referência ao seu próprio longa.
O diretor Steven Spielberg
As declarações foram feitas na Universidade do Sul da Califórnia, num envento em que, além de Spielberg, estava presente George Lucas, criador da série "Star Wars" --que concordou com o que disse o colega.
Para Lucas, mudanças grandes estão para chegar na indústria cinematográfica. Uma delas seria a transformação da exibição de filmes para algo mais parecido com o que a Broadway é hoje. O cineasta disse que menos filmes serão lançados, mas ficarão em cartazes por cerca de um ano, enquanto o preço dos ingressos será bastante aumentado.
Os dois diretores explicaram aos alunos da universidade que, atualmente, até mesmo cineastas jovens talentosos têm dificuldades em produzir filmes.
Para Spielberg, as ideias dos diretores mais novos são "ousadas demais" para o cinema. Já Lucas lamentou que os custos de marketing de um filme sejam excessivamente altos, o que leva os cineastas a fazerem filmes para as massas, ignorando as audiências de nicho.
Nesse sentido, segundo Lucas, a televisão por assinatura é "muito mais aventureira que o cinema atualmente".
Spielberg concluiu dizendo que, por isso, filmes como "Lincoln" devem migrar em breve para a televisão --e revelou que seu longa quase foi negociado com a HBO para se tornar um telefilme. http://www1.folha.uol.com.br/
Vida de Ringo Starr é tema de exposição no Museu do Grammy
Por John Russel
LOS ANGELES, 12 Jun (Reuters) - Ringo Starr, ex-baterista dos Beatles, revela flagrantes da sua atividade artística em uma nova exposição, intitulada "Ringo: Peace & Love" (Ringo: paz e amor), que começou na terça-feira no Museu do Grammy, em Los Angeles.
O músico, de 72 anos, estava presente na abertura da mostra, que lançou um olhar aprofundado para a sua carreira.
Entre as peças apresentadas estão a bateria Ludwig que Ringo usou nas apresentações dos Beatles no programa "The Ed Sullivan Show", e o traje que vestiu na época do disco "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" (1966/67).
Ringo guiou a Reuters numa visita à exposição, que fica em cartaz até março.
Um marco na carreira dele, também retratado na exposição, é o show de agosto de 1965 no estádio Shea, em Nova York, com a presença de 55,6 mil espectadores.
"Depois do Shea, e o Shea foi a maior audiência, foi a primeira vez que alguém tocou num estádio, e ficamos, tipo, ‘uau'", disse ele.
"As pessoas ficavam falando sobre gente gritando, mas era assim mesmo. Nós nos levantávamos, as pessoas gritavam, terminávamos e elas iam para casa."
Quase 50 anos depois da chegada dos Beatles aos EUA, Ringo disse que continua atarefado, trabalhando atualmente na adaptação da canção "Octopus's Garden", dos Beatles, como livro infantil.
Ele também está lançando na quarta-feira um e-book chamado "Photograph", exclusivamente na loja iBookstore, da Apple. A obra revela um inédito acervo particular de fotos do quarteto.
LOS ANGELES, 12 Jun (Reuters) - Ringo Starr, ex-baterista dos Beatles, revela flagrantes da sua atividade artística em uma nova exposição, intitulada "Ringo: Peace & Love" (Ringo: paz e amor), que começou na terça-feira no Museu do Grammy, em Los Angeles.
O músico, de 72 anos, estava presente na abertura da mostra, que lançou um olhar aprofundado para a sua carreira.
Entre as peças apresentadas estão a bateria Ludwig que Ringo usou nas apresentações dos Beatles no programa "The Ed Sullivan Show", e o traje que vestiu na época do disco "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" (1966/67).
Ringo guiou a Reuters numa visita à exposição, que fica em cartaz até março.
Um marco na carreira dele, também retratado na exposição, é o show de agosto de 1965 no estádio Shea, em Nova York, com a presença de 55,6 mil espectadores.
"Depois do Shea, e o Shea foi a maior audiência, foi a primeira vez que alguém tocou num estádio, e ficamos, tipo, ‘uau'", disse ele.
"As pessoas ficavam falando sobre gente gritando, mas era assim mesmo. Nós nos levantávamos, as pessoas gritavam, terminávamos e elas iam para casa."
Quase 50 anos depois da chegada dos Beatles aos EUA, Ringo disse que continua atarefado, trabalhando atualmente na adaptação da canção "Octopus's Garden", dos Beatles, como livro infantil.
Ele também está lançando na quarta-feira um e-book chamado "Photograph", exclusivamente na loja iBookstore, da Apple. A obra revela um inédito acervo particular de fotos do quarteto.
sábado, 8 de junho de 2013
Atriz Sarah Jessica Parker lançará marca de sapatos em 2014
Atriz Sarah Jessica Parker lançará marca de sapatos em 2014
Do UOL, em São Paulo
A atriz Sarah Jessica Parker em imagem de divulgação do último episódio da série "Sex and the City", que foi ao ar em fevereiro de 2004 nos Estados Unidos
A atriz Sarah Jessica Parker, famosa pelo papel de Carrie Bradshaw na série "Sex and the City", lançará uma marca de sapatos no início de 2014, informou o site da revista norte-americana "Vogue" nesta quinta-feira (6).
A linha será criada em parceria com George Malkemus, que esteve à frente dos negócios da Manolo Blahnik por 27 anos. A marca do designer de sapatos espanhol era uma das preferidas de Carrie e sua presença na série foi frequente. A personagem era obcecada pelos calçados.
As peças assinadas por Sarah Jessica serão vendidas na rede de varejo de luxo Nordstrom e terão preços por volta de R$ 530.
Além de sapatos, a marca SJP oferecerá bolsas e trench coats.
A atriz esteve no Brasil no mês passado para gravar comercial de marca de sapatos nacional.
Do UOL, em São Paulo
A atriz Sarah Jessica Parker em imagem de divulgação do último episódio da série "Sex and the City", que foi ao ar em fevereiro de 2004 nos Estados Unidos
A atriz Sarah Jessica Parker, famosa pelo papel de Carrie Bradshaw na série "Sex and the City", lançará uma marca de sapatos no início de 2014, informou o site da revista norte-americana "Vogue" nesta quinta-feira (6).
A linha será criada em parceria com George Malkemus, que esteve à frente dos negócios da Manolo Blahnik por 27 anos. A marca do designer de sapatos espanhol era uma das preferidas de Carrie e sua presença na série foi frequente. A personagem era obcecada pelos calçados.
As peças assinadas por Sarah Jessica serão vendidas na rede de varejo de luxo Nordstrom e terão preços por volta de R$ 530.
Além de sapatos, a marca SJP oferecerá bolsas e trench coats.
A atriz esteve no Brasil no mês passado para gravar comercial de marca de sapatos nacional.
terça-feira, 4 de junho de 2013
A cantora Rita Ora é a mais nova garota-propaganda da grife de Madonna, a "Material Girl".
Queridinha tanto no mundo da música como o da moda, Rita foi a escolhida para representar a próxima coleção da marca, que é inspirada nos anos 80 e destinada a adolescentes.
De acordo com informações do jornal "The Sun", a parceria com Madonna poderia ajudar Rita a entrar no mercado dos Estados Unidos, no qual ainda precisa de uma oportunidade no meio artístico.
Além disso, fontes afirmam que a filha de Madonna, Lourdes Maria - que também - seria grande fã de Rita. "Lourdes já foi a muitos de seus shows. Ela convenceu a mãe ao vê-la", disse à publicação.
Rita Ora já teria tirado as fotos para a campanha e assinou um contrato de £500 mil (aproximadamente R$ 1,5 milhão).
Outras celebridades de peso como Georgia May Jagger, Kelly Osbourne e Taylor Momsen já representaram a grife da rainha pop.
sábado, 1 de junho de 2013
Dono da Louis Vuitton enfrenta multa máxima por operações no mercado de luxo
Por Astrid Wendlandt e Pascale Denis
PARIS, 31 Mai (Reuters) - A batalha entre franceses fabricantes de bolsas de luxo chegou aos olhos do público na sexta-feira depois que reguladores de mercado aplicaram multa máxima para o proprietário da Louis Vuitton LVMH por não divulgar seus movimentos de aumento de participação na rival Hermes.
As discussões se referem a operações, divulgadas pela primeira vez no final de 2010, pelo proprietário da LVMH e homem mais rico da França, Bernard Arnault, que deixou a empresa com uma participação de cerca de um quinto em seu maior rival, o produtor da icônica Kelly e bolsas Birkin.
Arnault, que construiu a LVMH pela constante aquisição de outras marcas ao longo da última década, diz que está feliz por continuar a ser um acionista de longo prazo. Mas alguns observadores da indústria dizem que ele pode estar sendo um jogador de longo prazo, na esperança de um dia convencer proprietários da família Hermes a vender participações.
Proprietários da Hermes, no entanto, lutaram com unhas e dentes contra Arnault desde que descobriram que a LVMH havia construído uma participação de 14 por cento na empresa.
O regulador AMF disse nesta sexta-feira que negociações da LVMH sobre a construção de participação na Hermes eram nebulosas e representaram uma falta grave, que poderia até mesmo ser considerada como "conduta fraudulenta".
A LVMH, que detém agora 22,6 por cento de Hermes, surpreendeu o mercado de ações em outubro de 2010, quando anunciou que tinha uma participação de 14 por cento, adquirida em parte através de derivativos que lhe permitiram não declarar a sua participação.
O regulador disse que a LVMH deveria ter revelado nas suas contas o tamanho de sua exposição na Hermes através de derivativos de ações adquiridas em 2008, bem como o fato de que tinha uma participação na Hermes de pouco menos de 5 por cento adquiridos em 2001 e 2002.
Na França, as empresas são obrigadas a divulgar quando atingem uma participação de valor superior a 5, 10 e 15 por cento do capital de uma outra empresa, se a empresa-alvo está listada na bolsa de valores.
A Hermes também está lutando contra a construção de participação pela LVMH em um processo judicial em separado. A descoberta da AMF não terá qualquer impacto sobre o processo judicial, mas ainda representa um impulso para o caso da Hermes.
O valor da multa, 10 milhões de euros (13,05 milhões dólares), é pouco para um grupo cujo valor de mercado é de cerca de 70 bilhões de euros, mas a decisão do regulador é um revés nas relações públicas para Arnault, dono de cerca de 60 marcas de luxo.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
"Faroeste Caboclo"
"Faroeste Caboclo" recupera fontes que inspiraram Tarantino em "Django Livre"
Estefani Medeiros
Do UOL,
Não é só a música de Renato Russo que aparece como referência pop no filme "Faroeste Caboclo", que estreia nesta quinta-feira (30). Outra característica é a paixão do diretor René Sampaio pelo faroeste spaghetti, gênero consagrado por cineastas italianos como Sérgio Leone e Sergio Corbucci, e que tem Quentin Tarantino como fã fervoroso --não a toa, o norte-americano revisitou o estilo em "Django Livre" (2012), com uma história que também envolve vingança, duelos e um protagonista negro.
"'Faroeste Caboclo' bebe nas referências clássicas do western americano. E se tem algum paralelo com Tarantino, é porque lida com essas referências do mundo pop, com gângster, com esse lance de duelo", disse o diretor ao UOL. "A gente bebe na mesma fonte. Tarantino também revisita o spaghetti, o [diretor norte-americano] John Ford. A gente procura as mesmas referências."
Além do clima árido clássico dos filmes de bang-bang, algumas cenas e edições do filme do brasileiro foram livremente inspiradas no gênero italiano. "Sempre sonhei em passar de um close de olho para um cenário aberto. Não podia perder a chance no meu primeiro filme. Sou louco por Sérgio Leone."
Segundo Sampaio, a inspiração veio de clássicos como "Três Homens em Conflito" (1966) e "Era uma Vez no Oeste" (1968), ambos do cineasta italiano. "Vi muito western durante a vida. Tenho um garoto muito bom que fazia as pesquisas do filme, chama Estevão, e ele me passou muita coisa. Passei uma semana re-assistindo", comenta.
Publicitário de formação, Sampaio faz sua estreia no cinema com a adaptação da música que ele diz ter conhecido aos 14 anos, quando a ouviu pela primeira vez em uma tarde quente de Brasília. "Na época, sabia que o álbum novo da Legião [Urbana] estava chegando e não tinha grana para comprar. Já tinha ouvido 'Que País É Esse?', e quando ela chegou nas rádios virou um sucesso que ninguém esperava. Ficou um ano no topo das paradas das rádios em Brasília. Foi nessa hora que pensei que queria fazer um filme. Mais tarde, quando a Bianca [produtora] me perguntou o que eu queria fazer no cinema, foi minha primeira opção."
A gente foi a fundo nessa obra do Renato com a nossa ótica. Talvez ele tivesse pensado em um filme diferente
René Oliveira
Apesar de levar o nome da música em seu título, a faixa "Faroeste Caboclo" não é tocada durante o longa. O diretor contou que fez essa opção para evitar que o público se distraísse da narrativa. "A gente queria um registro mais natural possível, e nada que tirasse o espectador de dentro do filme. A música tem que ser percebida e não forçar a referência o tempo inteiro. A gente gostaria de pedir que nos cinemas ninguém acendesse a luz, porque o filme se completa com as pessoas sentadas até o final, ouvindo [a faixa]."
Sampaio ainda explica que, apesar de o filme ter buscado em pesquisas documentais como era a Brasília daquela época, quem eram os personagens próximos a Renato Russo e o que ele pensava da história, a equipe dele usou uma licença poética do cinema para a adaptação. "Esse é um registro realista dentro do que a ficção pede, porque é uma fábrica alegórica de um cordel. A gente foi a fundo nessa obra do Renato com a nossa ótica. Talvez ele tivesse pensado em um filme diferente, mas a gente foi muito honesto com a história. Talvez ele pudesse gostar da nossa honestidade."
domingo, 26 de maio de 2013
The Wanderer (álbum de Donna Summer 1980)
The Wanderer é um álbum bem conceitual com elementos musicais bem futuristas que quebram as barreiras sonoras do rock and roll.
The Wanderer é o oitavo álbum de estúdio de Donna Summer (1980) . Era o seu primeiro lançamento pela nova gravadora Geffen Records e tornou-se um álbum Top 20 nos Estados Unidos, com o título da faixa única a chegar a # 3 na Billboard Hot 100 The Wanderer .
Donna Summer tinha feito seu nome na década anterior como a artista feminina de maior sucesso gênero Disco , lançando uma vasta seleção de singles e álbuns pela Casablanca Records. Durante este período, no entanto, Summer sentiu que o rótulo criado em torno de sua fama tinha a explorado e a fez retratar uma imagem típicamente sensual ("The First Lady of Love") com o qual ela nunca se sentiu confortável . O rótulo também tinha assumido outros elementos da vida pessoal de Summer, até o ponto de sentir que não tinha controle sobre sua própria vida ou carreira . Tendo saído de um período de depressão e redescobrir a sua fé cristã, Summer tomou a decisão de romper com a Casablanca e mover uma ação judicial contra eles. Após o processo ser finalmente resolvido, Summer tornou-se a primeira artista a assinar com uma gravadora de Rock a recém-criada Geffen Records .
Naquela época, a disco music estava começando a experimentar uma reação. O rock e a new wave tinha começado a se tornar mais popular, e as pessoas estavam começando a sentir que a original "borda" para a cultura disco já tinha desaparecido e que tinha se tornado um " produto seguro ". Outros achavam que a cena da disco se tornou muito associada a drogas. Em 1980, protestos "disco sucks" foram vistos em todos os lugares e registros da disco foram destruídos pelos mais radicais. E os Fãs queriam saber que direção "A Rainha da Disco" iria tomar agora. Seu álbum anterior, Bad Girls , havia elementos da combinação de rock , soul e R& B com o som da disco, por isso tornou-se evidente que ela já tinha evoluído de forma estrondosa e estava preparada para interpretar qualquer gênero musical. Alguns artistas continuaram com o som da discoteca, apesar da reação. Donna Summer no entanto irá quebrar as regras, decidindo deixar o som da disco para trás e The Wanderer acabou sendo um verdadeiro experimento da nova tendência que anunciava o início de mais uma década musical para Donna. Pois todas as canções traziam muito rock e New Wave em seu contexto musical inclusive uma bela balada gospel I Believe In Jesus que na época mostrou uma Summer com um nível acima do normal, Donna entrava numa nova era pop . O álbum foi co-escrito e produzido por Giorgio Moroder e Pete Bellotte , que havia produzido a grande maioria dos seus mais famosos hits, desde a sua parceria com ela que começou em 1974. A produção para o álbum The Wanderer foi levado às pressas, a Geffen queria ter um novo produto bem diferente do que era oferecido pela Casablanca. Mais a mesma reagiu e lançou uma coletânea de nome Walk Away uma coleção Greatest Hits que reagiu nas paradas e foi sucessos de vendas. Teríamos que fazer mais ajustes, e ter mais tempo para a produção. Mas nós reagimos, disse Harold Faltermeyer, sobre a gravação do álbum que estava perfeito.
Faixas como "Cold Love" e "Nightlife" consistia de um forte som de rock, e Summer ganhou um nomeação para Melhor Performance Vocal Feminina de Rock no Grammy . Outras canções como "Looking Up" e "Breakdown" abraçou um dance/ rock, som bem ao estilo da novata e concorrente Pat Benatar 's We Live For Love . A Nova fé cristã redescoberta por Donna Summer foi documentada na canção gospel "I Believe In Jesus", pelo qual ela também recebeu uma nomeação para Melhor Performance gospel . Como Donna Summer começou a cantar em corais gospel desde criança esta canção foi uma chance para a diva voltar as suas raízes. Também vale conferir além da canção título The Wanderer a hipinótica Grand Ilusion que trazia elementos musicais bem futuristas.
O álbum alcançou a posição número 13 nos EUA Album Chart - vendendo 600 mil cópias só nos Estados Unidos - a faixa-título bateu o número 3 na parada de singles dos EUA. No entanto dois singles - "Cold Love "e" Who Do You Think You´re Foolin ' "- não foram bem sucedidas e mal chegou ao Top 40. O álbum e seus singles atingiram sucesso limitado nas paradas do Reino Unido. Nenhum dos singles chegou ao Top 40 do Reino Unido. Mais The Wanderer é um dos álbuns mais vibrantes e completos de Donna Summer bem diferente daquilo que ela já tinha feito na era disco, basta conferir! Este álbum recebeu o certificado ouro. The Wanderer é um disco raro e inovador que não pode faltar na sua discografia.
Faixas
Lado A
"The Wanderer" (Moroder, Summer) - 3:47
"Looking Up" (Bellotte, Moroder, Summer) - 3:57
"Breakdown" (Bellotte, Faltermeyer) - 4:08
"Grand Illusion" (Moroder, Summer) - 3:54
"Running for Cover" (Summer) - 4:01
Lado B
"Cold Love" (Bellotte, Faltermeyer, Forsey) - 3:38
"Who Do You Think You're Foolin'" (Bellotte, Sylvester Levay, Jerry Rix) - 4:18
"Nightlife" (Bellotte, Moroder) - 4:00
"Stop Me" (Bellotte, Forsey) - 3:44
"I Believe in Jesus" (Summer) - 3:37
Álbum de estúdio The Wanderer Donna Summer
Lançado Em Outubro de 1980
Gravado 1980
Gênero Pop rock , New Wave
Etiqueta Geffen
Produtor Giorgio Moroder e
Pete Bellotte
Fernanda Montenegro ataca 'vício' em meia-entrada e estatização da cultura
Folha de S.Paulo, Acompanhe a Serafina no Twitter
FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO http://www1.folha.uol.com.br/
Ela já encarnou personagens de Sófocles e Molière, Pirandello e Beckett, Jorge Andrade e Nelson Rodrigues. Mas, em seus quase 65 anos de carreira, em que esteve na pele de cerca de 500 tipos, nos palcos, no cinema e na TV, há uma personagem que se destaca, interpretada diariamente e tida em todo o país como a primeira dama do teatro brasileiro: Fernanda Montenegro.
Fernanda Montenegro revela quais suas personagens favoritas da carreira
Foi esse o pseudônimo criado pela adolescente Arlete Pinheiro Esteves da Silva, em 1949, para apresentar um programa de adaptações literárias na Rádio do Ministério da Educação.
"Escolhi um nome que achei literário e maluco. E pegou", diz a atriz, remetendo à célebre frase com que o poeta francês Arthur Rimbaud (1854-1891) descreveu a multiplicidade de vozes que o artista traz em si: "Eu é um outro".
Murillo Meirelles
Fernanda Montenegro posa para a Serafina
Desde então, uma é outra, e outra é, no fundo, uma. "O esteio da dona Montenegro é a dona Arlete. Uma é para uso externo, outra é para uso interno. Uma tem uma fantasia em torno dela, outra tem a realidade palpável do dia a dia", teoriza, enquanto retoca a maquiagem para as fotos que ilustram estas páginas.
Mas, aos 83 anos, ainda consegue se enxergar como Arlete?
Antes de responder, uma mira a outra no espelho, em silêncio. Sem desviar os olhos do reflexo, diz: "Consigo. Mas consigo lá dentro. Isso aqui, agora, por exemplo, não é a Arlete. É a Fernanda. Embora o cavalo seja da dona Arlete, ou seja, o corpo seja o dela, tudo isso o que está armado sobre ele é da dona Fernanda", explica.
E foi como Fernanda Montenegro que ela causou barulho recentemente ao beijar na boca a colega Camila Amado, 77, durante o prêmio da Associação dos Produtores de Teatro do Rio (APTR). O beijo, interpretado como um protesto contra a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, transformou a atriz em nova musa da luta contra a homofobia.
"Não foi bem um proteeeeesto", diz. "Dois atores haviam dado um selinho em repúdio ao insulto que é esse homem. A Camila entrou no palco e disse: 'Eu também gostaria que alguém me beijasse na boca'. E eu disse: 'Pois não, vamos nós'. Fui lá e a beijei simplesmente", narra. "Se foi tido como um protesto, tudo bem."
Agora, Fernanda integra uma campanha contra o preconceito cujo slogan é: "O próximo pode ser você".
Ela mesma já foi alvo. "Nos anos 1950, atriz era prostituta, e ator era gigolô ou veado. Não tinha salvação", lembra. Ela é do tempo em que toda atriz e toda prostituta tinham de obter na delegacia uma carteirinha para trabalhar na área de diversão. "Era um documento da segurança pública para a marginália. Foi suspenso após campanha da atriz Dulcina de Moraes [1908-1996]."
Criada num sítio na região de Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Fernanda teve uma infância primitiva, cercada de bichos e dos parentes --muitos deles eram pastores na Sardenha, Itália.
A memória deve ajudá-la no remake de "Saramandaia", em que interpretará uma personagem que não existia na trama original e que contracena com animais. "Sempre conversei com os bichos, não vai ser novidade", brinca. "Perdi um cachorrinho que era a minha conversa noturna e tenho um casal de passarinhos com quem fico de papo. Mulher fala muito, né? Está sempre conversando com ela mesma e com as coisas. E bichos são ótimos para isso."
A carreira de Fernanda Montenegro
PRIMEIRO ATO
Além do trabalho na TV, neste ano Fernanda ainda será, pela primeira vez na vida, diretora de uma peça. Também retomará as viagens com a peça "Viver sem Tempos Mortos", monólogo em que interpreta, há quatro anos, a escritora Simone de Beauvoir (1908-1986).
O desafio de dirigir pela primeira vez teve como incentivo extra a autoria do texto. "Nelson Rodrigues, por Ele Mesmo - Um Depoimento" baseia-se no livro em que a filha do dramaturgo, Sônia Rodrigues, reúne crônicas nunca publicadas.
"Fui muito ligada a Nelson. A meu pedido ele fez três peças: 'O Beijo no Asfalto', 'Toda Nudez Será Castigada' e 'A Serpente'. Fiz 'A Falecida' no cinema e duas de suas novelas. Achei que saberia levar aquilo para os palcos", conta.
Ninguém diria que a moça que estreou no teatro em 1950, com a peça "Alegres Canções nas Montanhas", chegaria tão longe. O espetáculo foi "um fiasco", como costuma dizer, e ficou só dez dias em cartaz --mas foi ali que ela conheceu Fernando Torres, com quem se casou três anos depois.
No ano seguinte, estreou na TV Tupi. "Era um tempo em que ninguém via TV porque pouquíssima gente tinha o aparelho em casa. De modo que eu fazia programas para ninguém", ri.
"Com o tempo, a TV passou a imprimir a visão de que o ator vai ali para ganhar dinheiro, e não para fazer arte. Que ali é um pulo para o sucesso", avalia. "Hoje, 20% dos atores estão na TV com garantia de emprego por um bom tempo. Os outros 80% estão no teatro a pão e laranja. O teatro é um artesanato lento, e cada dia é uma batalha para sobreviver artística e economicamente."
Fernanda foi a atriz certa nas horas e nos lugares certos e se destacou em meio a uma geração de grandes talentos: Ítalo Rossi, Bibi Ferreira, Raul Cortez, Paulo Autran e Sérgio Britto. Após a morte de Cacilda Becker, em 1969, ela assumiu, aos 40 anos, o título informal de maior atriz do Brasil.
O ápice, no entanto, foi a indicação ao Oscar de melhor atriz, inédita para uma brasileira, pela atuação em "Central do Brasil" (1998), de Walter Salles.
"Não haveria 'Central do Brasil' sem ela", diz o cineasta. "O filme parte de uma ideia original criada para Fernanda, que imprimiu um nível de excelência que irradiou para a equipe inteira."
Veremos Walter e Fernanda juntos novamente? "Estamos pensando em um novo filme juntos. É algo embrionário, mas que pretendo realizar," diz a atriz. "Colaborar novamente com Fernanda seria um sonho", derrete-se o diretor.
SEGUNDO ATO
Arlete conseguiu preservar sua intimidade e manter Fernanda Montenegro na linha de frente. A atriz se tornou empresária de si mesma.
"Meus pais eram independentes: autodidatas, franco-atiradores, aventureiros", diz a atriz Fernanda Torres, 47, colunista da Folha e filha do casal, assim como o cenógrafo e diretor Claudio Torres.
Mãe explica filha: "No meu tempo, do espetáculo mais experimental ao mais careta, a gente ia ao banco, pegava um empréstimo e se endividava. Só que o público pagava o ingresso. E a gente saldava a dívida e sobrevivia".
Fernandona ataca a estatização e o "pouco pão na mesa" da cultura. "O Estado é o grande pai -no caso, a grande mãe--, e somos prisioneiros desse sistema", diz. "Só se faz tanto monólogo hoje porque é o que dá para produzir."
Para a atriz, o bom exemplo desse "sistema" é o modelo de prestação de contas. "Adoraria ver os 39 ministérios do Brasil justificando despesas como nós da cultura fazemos para o Ministério da Cultura. Isso é dinheiro público."
Fernanda foi convidada duas vezes a assumir esse Ministério da Cultura: uma no governo Sarney (1985-1990) outra no Itamar Franco (1992-1994).
"Quando você se entrega a uma profissão, passa a ter uma deformação profissional, entre aspas, que me levou a declinar desses dois convites. Vê a que ponto se chega?" E cai na gargalhada, sem arrependimentos.
Para ela, outro problema da cultura atualmente é o "vício" em ingresso barato e em meia-entrada. "Você não pode fazer um espetáculo em que, se aparecer 100% de público com carteirinha, você obtém metade da bilheteria. Se você levar essas carteirinhas no supermercado, o açúcar não sai pela metade do preço, não é verdade?"
TERCEIRO ATO
Vaidosa, Fernanda diz manter a silhueta esguia por sorte. "Não tenho propensão para engordar. Como bem, mas não gosto de gordura nem de doce."
Há 40 anos, fez sua primeira e única cirurgia plástica. "Tirei bolsas debaixo dos olhos. Elas voltaram, maravilhosas. Percebi que era inútil lutar. Inútil paisagem, como cantou Tom Jobim."
O passar dos anos e a fragilidade do corpo parecem não a incomodar. Difícil é testemunhar a morte dos amigos.
Nos últimos dez anos, Fernanda convive com esses vazios: Sérgio Britto, Gianni Ratto, Gianfrancesco Guarnieri, Chico Anysio, Millôr Fernandes, Ítalo Rossi e Fernando Torres, que morreu em 2008, após 60 anos de casamento. "Os primeiros anos sem Fernando quase me derrubaram", desabafa.
Sobre a perda de colegas, confessou ao ex-genro, Gerald Thomas, chorar diariamente. "Na hora de dormir, olho para o teto e choro. Na hora de acordar, olho para o teto e choro de novo. E, se você quer saber, às vezes, no meio da madrugada, eu choro também."
A declaração fez o dramaturgo produzir um texto intitulado "Eu Choro". "Fernanda tem aqueles olhões para fora e se emociona facilmente. Dá para ver ali toda a angústia da humanidade."
À Serafina, confessou. "É horrível. São pessoas que vão embora e não têm peça de reposição. Com cada um se viveu uma memória. E agora só eu estou com aquela memória em comum... Por enquanto."
Fernanda acredita que já viveu os melhores anos da vida, portanto, a preparação para a morte é inevitável. "Mas vamos carregando o processo vital até onde der."
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Justin Bieber é a sétima "mulher" mais popular da internet, diz canal de TV
Justin Bieber é a sétima "mulher" mais popular da internet, diz canal de TV
Do UOL
Justin Bieber na lista das mulheres mais populares da web
A fase de Justin Bieber não é nada boa. Depois de Taylor Swift deixar bem claro seu desgosto pelo rapaz, ele entrou na lista das mulheres mais populares na internet, segundo o canal Fox News.
O canal de TV norte-americano fez a estatística baseada em procuras feitas no site Google, e compiladas pela revista "COED". E o material não é relativo ao ano de 2013 e sim ao de 2010.
Mesmo assim, em 2011, o cantor aparece novamente na lista das mulheres mais populares da web, mas conseguiu a vice-liderança na pesquisa.
Veja abaixo a lista completa das mulheres mais populares da internet em 2010:
1- Lady Gaga
2- Ke$ha
3- Madonna
4- Beyoncé
5- Rihanna
6- Britney Spears
7- Justin Bieber
8- Miley Cyrus
9- Paris Hilton
10- Avril Lavigne
Do UOL
Justin Bieber na lista das mulheres mais populares da web
A fase de Justin Bieber não é nada boa. Depois de Taylor Swift deixar bem claro seu desgosto pelo rapaz, ele entrou na lista das mulheres mais populares na internet, segundo o canal Fox News.
O canal de TV norte-americano fez a estatística baseada em procuras feitas no site Google, e compiladas pela revista "COED". E o material não é relativo ao ano de 2013 e sim ao de 2010.
Mesmo assim, em 2011, o cantor aparece novamente na lista das mulheres mais populares da web, mas conseguiu a vice-liderança na pesquisa.
Veja abaixo a lista completa das mulheres mais populares da internet em 2010:
1- Lady Gaga
2- Ke$ha
3- Madonna
4- Beyoncé
5- Rihanna
6- Britney Spears
7- Justin Bieber
8- Miley Cyrus
9- Paris Hilton
10- Avril Lavigne
terça-feira, 21 de maio de 2013
Sônia Braga pede salário alto, 'mordomias' e assusta a Globo
Ricardo Feltrin, colunista do UOL
O único motivo que impediu Sônia Braga de fazer um papel em "Salve Jorge" foi o salário que ela pediu, considerado alto demais para os padrões atuais da emissora. Durante os meses em que ela ficasse no ar, Sônia pediu por volta de R$ 200 mil por mês (cerca de US$ 100 mil). É um valor até certo ponto baixo no mercado norte-americano de seriados. Também é pouco em comparação com o que a Globo paga para alguns medalhões como Tarcísio Meira, Gloria Menezes e Fernanda Montenegro --para ficar só entre aqueles que ficam muito tempo fora do ar.
Mesmo assim, a Globo acha o valor era alto demais, ainda mais somado a "mordomias" que a atriz, de 62 anos, exigiu para interromper sua carreira nos Estados Unidos. Nos últimos três anos, Sonia fez três longas nos EUA e estrelou episódios de seriados como "Brothers & Sisters", "Ghost Whisperer", "Law & Order". Dois anos atrás a veterana atriz, uma das brasileiras mais conhecidas no mundo, também fez participação em "Tapas & Beijos".
Entre as "mordomias" que a atriz exige para fazer novelas estão uma espécie de "auxílio-mudança" (ela teria de trazer muitas coisas dos EUA, onde está radicada) e "auxílio-moradia" --de preferência num hotel cinco estrelas.
Em otras palavras: quem quer uma estrela de primeira grandeza, tem de pagar por isso. Inclusive a Globo.
Cabe lembrar que Sônia foi assediada pela Record também nos últimos anos. Sua pedida financeira também assustou a emissora. uol/notícias
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